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18 de jul. de 2011

Kill... Kill?

Pois é, parece que cada vez mais as equipes criativas que fazem os clipes de bandas de rock e de outros gêneros estão bebendo da fonte do cinema. Anteriormente, eu havia falado aqui sobre o clipe do Black Keys e agora é a vez do desconhecido (pelo menos pra mim) Wat, sofrer grandes influências dos filmes de Quentin Tarantino!
Dirigido por Remy Cayuela, o clipe mostra algumas cenas com enquadramentos e tema bem característicos aos filmes do mestre Tarantino. Inclusive os créditos de abertura.
A música se chama Kill Kill, mas, por incrível que pareça, não tem nada a ver com o filme Kill Bill, mas é muito interessante, se é que você me entende...

8 de jul. de 2011

Novo de Sublime, Inteiramente Free!


O Sublime with Rome está lançando seu primeiro álbum, Yours Truly, e você pode ouví-lo na íntegra e interamente free aqui!
Com nova formação, com Rome Ramirez nos vocais e guitarra, que assumiu o posto em 2009, o antigo Sublime volta com o mesmo sonzinho ragga-praieiro que fez tanto sucesso na década de 90.

O Sublime foi formado em 88, na Califórnia e tocava ska punk e reggae e tinha nos vocais Bradley Nowell, um grande compositor que colocou o reggae novamente no circuito da música! Além dele Bud Gaugh (bateria e percussão) e Eric Wilson (baixo) faziam parte da banda. Você provavelmente deve conhecê-los do hit "Santeria", constantemente tocada nas rádios.

Com a morte de Bradley em 1996, devido a uma overdose de heroína, os integrantes restantes resolveram encerrar as atividades do grupo, e decidiram se reunir novamente com um novo vocalista recentemente, porém, poucas semanas depois de se apresentarem em um festival organizado pelo Cypress Hill, a família de Bradley conseguiu na justiça que o trio continuasse a utilizar o nome da banda. Ano passado, após entrarem em acordo, o processo foi arquivado e o grupo apenas acrescentou o nome do vocal na banda.

Cara, a banda continua muito boa! Rome realmente foi uma boa escolha para a banda. Além de ter um vocal parecidíssimo com Bradley, as músicas continuam com a pegada das antigas.

Achei muito boas as músicas!
Infelizmente não consegui ir ver os caras quando eles tocaram aqui no SWU, mas certamente da próxima eu não perco!


26 de out. de 2010

Para Ouvir: Arcade Fire - In The Backseat

O Arcade Fire é mais uma banda de indie rock que eu tô curtindo ouvir! Os caras são de Montreal, Quebec no Canadá e foi fundada em 2003 pelo casal Win Butler e Régine Chassagne.
O som deles é foda! A banda é conhecida por suas apresentações ao vivo, pois utilizam vários instrumentos musicais em suas composições como o piano, violino, violoncelo, xilofone, etc, além do comum guitarra/bateria/baixo.
Conheci a banda com o álbum Neon Bible, de 2007, que foi gravado numa igreja comprada pelos próprios integrantes, simplesmente porque estavam motivados em conseguir uma acústica melhor para o álbum! Na verdade, eu ouvi a canção "Black Mirror" e fiquei um tempo tentando "caçar" qual era aquela banda que tocava essa canção, até finalmente descobrir em 2008.
Voltei a ouvir recentemente a banda, principalmente essa música do vídeo abaixo.
A voz de Régine me lembra muito algumas coisas cantadas por Björk. Bem legal!


22 de mai. de 2010

Para Ouvir: Mad Season


A banda Mad Season foi criada em 94 como um projeto paralelo de integrantes de outras bandas com base em Seattle. Foi uma das maiores bandas grunges da época, apesar de ter ficado apenas em seu primeiro e único álbum de estúdio, Above, lançado em 95. Ele chegou à vigésima-quarta posição na Billboard e ganhou popularidade com a música "River of Deceit", que se tornou-se um sucesso das rádios.
Formada pelo guitarrista Mike McCready do Pearl Jam, o vocalista Layne Staley do Alice in Chains, o baterista Barrett Martin do Screaming Trees e o baixista John Baker Saunders, o grupo fazia um som diversificado a partir de uma mistura entre blues e hard rock.

Apesar de seu sucesso, o grupo entrou em hiato em 1995. Várias tentativas de reativação foram feitas sem sucesso e o Mad Season terminou em 1999, com a morte de John Baker Saunders e logo após, em 2002, tanto as bandas de que fazia parte quanto os fãs perderam um grande vocalista, Layne Staley.


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7 de mar. de 2010

Música: Gorillaz - Plastic Beach


Fazia um tempo que estava curioso para ouvir o novo álbum dos Gorillaz. Exatos cinco anos.
Depois do lançamento de Demon Days em 2005, eu esperava uma melhora para um terceiro álbum. Apesar desse disco ter desbancado o primeiro, nos EUA e UK, com alguns sucessos como "Dirty Harry", "Feel Good Inc.", "El Mañana" e "Dare", ainda acho que ele não foi assim tão melhor quanto o primeiro. Não curto muito música eletrônica, mas curti a proposta da banda, não só pela música, mas pelo visual que eles resolveram adotar.
Já era fã dos desenhos de Jamie Hewlett em Tank Girl e quando a banda apareceu no cenário musical, mostrando apenas sua "fuça" virtual, achei aquilo muito criativo e original!
Enfim, achei que deveria dar uma chance e ouvir o que eles queriam dizer com aquilo tudo! 


Mas vamos voltar pro lançamento do álbum "Plastic Beach". Eu achava que iria encontrar mais coisas parecidas com a tecno-punk "White Light" ou até uma nova "Clint Eastwood", quem sabe...
Apesar da enorme lista de ilustres convidados como Snoop Dogg, De La Soul, Lou Reed e dos "punks" do The Clash, Mick Jones e Paul Simonon, achei o álbum bem ruim.

Plastic Beach” deixou de lado o pop-rock para ser, na maioria das canções do disco, um álbum de electro e hip-hop, só flertando um pouco com o pop eletrônico em "Rhinestone Eyes", com reggaeton em "Sweepstakes" e com a música árabe, sem dúvida, na melhor canção desse disco, chamada “White Flag”.
A música de abertura, "Orchestral Intro" mais parece aquelas musiquinhas de arcade, do tipo Double Dragon, que eu costumava jogar na adolescência. Rachei de rir quando a ouvi.
Outra canção que ficou boa é "Glitter Freeze".
"Pirate Jet" é bonitinha e funciona muito bem com desenho animado. Nasceu pra isso, por assim dizer e deveria ser o próximo clipe da banda.
Assim como "Stylo", que só funciona bem num clipe mesmo. Só pra ouvir, achei que ela ficou chata.

Mas o álbum tem outras músicas tão chatas quanto... e na minha opinião, apesar de saber que futuramente irão babar o ovo em músicas como “Superfast Jellyfish” ou até na faixa-título “Plastic Beach”, o álbum não chegou nem perto do primeiro em termos de criatividade e musicalidade. Tanto que fizeram outra "Dare" para o álbum...
Não gostei. =(


Quando ouvirem a Frankestein "Eletric Shock" vocês entenderão.

Acho que esse disco do Gorillaz não foi feito pra quem curte um som mais pesado com certeza! Em se tratando de Gorillaz, ainda prefiro ouvir as antigas:

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