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27 de dez. de 2013

Objeto de Desejo! E vai continuar sendo!


Tempinho atrás a Wacom apresentou seu novo produto: a Inkling.
 
O produto, direcionado para ilustradores e diretores de arte que geralmente rascunham suas ideias antes de executar, tem a missão de facilitar essa prática, transformando os rabiscos do papel em curva, ou seja, vetorizando o material, facilitando a manipulação dele num software próprio ou  qualquer outro que o ilustrador queira utilizar, como o Illustrator, por exemplo. A captura dos desenhos do papel  é feito por um "clipe" que o desenhista coloca na folha, e todas as informações ficam gravadas nele para logo depois serem passadas para o computador.
 
O lema no lançamento era de que o principal pilar do design não é só a beleza estética ou a inovação, mas sim, a função. Mas não parece muito bem o que pensaram para criar essa nova ferramenta.
 
 
Andei dando uma olhada em alguns sites e vídeos de pessoas que compraram o produto e não vi tanta vantagem assim. Isso por um simples, mas essencial problema. A caneta!
Tirando a muquiranisse de lado, a caneta possui uma ponta que é substituível, ou seja, gastou a tinta dela, você tem mais 3 pra gastar e depois pode comprar um refil com quatro pontas por uns 100 Obamas. Caro demais para uma caneta? Pode ser. Isso vai depender da durabilidade da tinta. Outro problema da caneta é a ergonomia. Não é tão ruim assim, mas ela é mais grossa que uma Pentel, por exemplo, e mais pesada. É uma questão de se acostumar, mas quem desenha sabe que o traço pode ser prejudicado por certas interferências, só aí, também analiso que não valeria a pena, ainda mais se a interferência é desnecessária...
Outra coisa, é a "percepção" dela.
Muitas pessoas tem dito que a caneta "falha" em certos momentos. Que ela não reconhece certos traços ou curvas em dado momento (Talvez pela distância ou pressão). Que a vetorização fica "picada", cheia de linhas sobrepostas. Talvez seja a maneira de desenhar, não sei.
Quanto mais traços, ou, o "desenho sujo" como conhecemos, o cara tiver, mais complicação para o reconhecimento da ilustração.
Uma coisa que é fato, ela "borra" o desenho. Ele vetoriza, mas ainda assim, a ilustra fica com aspecto de borrado (noise).
 
 
Não quero parecer com propriedade de quem utilizou uma para analisar o produto, só estou dizendo o que vi em vídeos, de outras pessoas... e percebi que o bom e velho scanner ainda é melhor na comparação!   

No dia que existir algo que scanneie à partir de uma caneta, não, melhor! De um lápis ou lapiseira comum, passe a informação correta para um software, mesmo que precise acertar algumas coisas, mas seja muito fiel ao que você desenhou... aí sim eu compro uma!
 
Pode ser que ela sirva para algumas pessoas, assim como esses apps de desenhos para tablets ou PCs com touch, mas eu ainda estou muito bem com meus materiais simples.
 
Um lápis, uma borracha e canetas nanquim, aliadas a um scanner e um software como os da Adobe para acertos e pintura, estão ótimos para mim!!! 
 
Fique com o fantástico trailer do produto! E se quiser mais informações, faça como o ET Bilu, busque conhecimento!


 

15 de dez. de 2012

NASA explica por que o mundo não vai acabar este ano


paranoia do apocalipse maia tomou tamanha proporção nesses últimos dias (vejam só vocês, em pleno século XXI) que a NASA, a agência espacial americana, foi obrigada a criar um site que explica por que o mundo não vai acabar no final deste mês, em 21 de dezembro de 2012.

E você, acredita nisso?

11 de mai. de 2012

5 de jan. de 2012

Nosso cérebro chegou ao limite!!!


Pois é, quando li essa matéria que foi publicada na revista Galileu, também fiquei de cara! Como assim a capacidade do ser humano está no limite?
Já tinha ouvido falar que na verdade utilizamos bem mais do que os 10% da capacidade cerebral que era costumeiro das pessoas comentarem, mas ser fato que a humanidade não tem mais a capacidade de evoluir sua atividade cerebral?... Cara, isso é muito broxante!
Ter que aturar pessoas que curtem Michel Teló, acreditam em Inri Cristo e compram TecPix pro resto de nossas vidas miseráveis nesse planeta? Sério, mesmo?


24 de jul. de 2011

Amy Winehouse entra para o Clube dos 27


"Quando eu a ouvi pela primeira vez tinha certeza de que se tratava de uma grande cantora, no melhor estilo Ella Fitzgerald, e é impossível não ter imaginado de início que aquele vozerão só poderia vir de uma "negona" com grande talento!" - Essa frase, com certeza, deve ser o que a maioria das pessoas que ouviram Amy pela primeira vez, exclamaram. E foi o que eu pensei também.
Na verdade, de início, eu imaginava que se tratava Aretha Franklin ou Billie Holiday, mas depois que ela lançou o álbum Back in Black e começou a ser mais conhecida na mídia, através do clipe "Rehab" que estourou nas paradas nacionais e internacionais, fiquei sabendo que se tratava de uma inglesinha judia que tinha tudo pra se tornar a próxima "diva" do r&b/soul music.

6 de jul. de 2011

JAMES BUCHANAN BARNES - MORTO... DE NOVO!


ATENÇÃO!! ESSE POST CONTÉM SPOILER, SE NÃO QUIZER ESTRAGAR O PRAZER DA SUA LEITURA NÃO PROSSIGA!

Como você bem sabe, Bucky Barnes, sidekick do Capitão América na época da 2ª Guerra Mundial, morreu nessa mesma guerra, nos anos 40. E o que parecia ser um tiro nos pés, pois a Marvel resolveu ressucitá-lo, tornou-se uma das melhores fases atuais do Capitão, trazendo Bucky, primeiro como o vilão mercenário Soldado Invernal e depois como o próprio Capitão!
 
Tudo isso muito bem trabalhado, mas somente pra depois ter que matá-lo novamente?


2 de dez. de 2010

Juiz decide: Tiririca está apto a ser deputado!


O juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Aloísio Sérgio Rezende Silveira, considerou que o deputado federal eleito Tiririca não é 'analfabeto absoluto' e portanto tem todas as condições de exercer seus direitos políticos.
Só para situar quem não sabe, inclusive ele, aos deputados federais compete o ato de legislar, ou seja, fazer, determinar, preceituar, formular ou decretar leis, além de manter-se como guardião fiel das leis e dogmas constitucionais nacionais, inclusive podendo propor, emendar, alterar, revogar, derrogar leis, etc.
Um cargo de tamanha responsabilidade não deveria ser tratado da maneira com que se está tratando pela Justiça Eleitoral, na minha opinião. Milhares de pessoas ralam muito pra conseguir se formar todos os anos nas escolas e faculdades do Brasil, pra ver que é mais fácil nesse país ser uma mula e sair de deputado na próxima eleição ou quem sabe tentar a vaga de vereador numa cidade qualquer. Quem sabe se nada disso dê certo, ainda há a chance de tentar ser profissional da bola ou traficante que também dá bastante dinheiro.
 
Isso serve de aviso aos otários que resolveram fazer voto de protesto! Agora vão ter que engolir mais um "palhaço" no governo...
Brasil é mesmo a terra do Oba-Oba! É por isso que é piada lá fora!
 
O fato é que começa eleição, termina eleição e esse tipo de voto ainda se faz valer. A última vez que algo parecido aconteceu, colocamos (eu me incluo aí) um outro semi-analfabeto que só fez bobagem no governo.
Ô povo que não aprende!

6 de out. de 2010

Resenha: Machete


Quando eu vi o trailer de Machete, logo antes do filme GrindHouse: Death Proof/Planet Terror, simplesmente pirei com a ideia que Robert Rodriguez teve. Colocar o feioso Danny Trejo como ator principal de um filme porradaria! Tudo ambientado no melhor estilão tosco/gore, que só Rodriguez e Tarantino sabem fazer!
Logo depois descobri que se tratava de um engodo. Era apenas um trailer falso. Só para compor todo o contexto da proposta de GrindHouse.
Logo, o trailer ficou tão famoso, que os fãs pediam desesperadamente para que fizessem um filme daquela tosqueira. Depois de muito enrolar, Robert Rodriguez não só aceitou a "difícil" missão, como prometeu extender esse filme numa trilogia!


Eu tava bem empolgado para ver o resultado desse filme, mas sinceramente, depois de vê-lo, não sei se seria uma boa fazer mais dois filmes com esse tema. Aliás, vou um pouquinho mais longe... talvez não fosse necessário nem ter feito esse filme, assim solto. Seria melhor fazê-lo para compor um GrindHouse 2, por exemplo.
Não é que não gostei do filme, apenas esperava mais. Quem assistiu aos trailers, já tem uma noção muito boa do que o filme é. Ele tá quase todo ali!


Bom, vamos à sinopse, mas antes é bom dizer que a "sinopse oficial" do filme é confusa, e assim como no trailer oficial, mostra um filme totalmente diferente.
Nessa sinopse diz que Machete se envolve com um traficante de drogas (Steven Seagal) e aceita uma oferta de Benz (Jeff Fahey) para assassinar um senador corrupto (no 1° trailer ainda não era Robert De Niro que encarnava o político texano), contando com a ajuda de Luz (Michele Rodriguez), Padre (Chech Marin) e April (Lindsay Lohan), uma socialite que possui habilidade com armas,. Ele é perseguido pela agente Sartana (Jessica Alba).


Na verdade, Sartana é uma policial à paisana, agente da imigração, que apenas analisa a questão de imigrantes ilegais na área, investiga uma vendedora de tacos (Michele Rodriguez) e está atrás de uma guerrilheira chamada Shé (que por acaso parece ser a mesma). Ela se interessa pelo feioso Machete que é novo na parada.
O "envolvimento" de Machete com o traficante Torrez é porque ele era um agente federal e estava caçando o cabeça de peruca. Isso acontece logo no começo do filme. Aliás, esse início de filme é fantástico!
Os clichezões de filme B de ação, a porradaria e mortes através de decaptação são muito legais e a cena da putinha mexicana pegando o celular, im-pa-gável! Você vai ver o por quê!


A estética de "filme velho" fica somente nos primeiros minutos do filme, antes da abertura, depois ela volta ao normal... mas toda tosquice se mantém.
 
Lindsay Lohan (que é filha de Benz) não participa tanto do filme quanto eu esperava, ou seja, ficou uma sensação de que cenas da personagem foram cortadas do filme. Ela se transforma na freira fodona do nada (não acredito que a razão seja a que fica sub-entendida no filme) e sai dando tiro na rapaziada nem sabendo porque está ali. As melhores cenas dela é quando aparece peladinha e na lagoa (que antes era uma piscina) fazendo um ménage à trois com Machete e a madrasta!


Robert De Niro está estranho no filme, umas vezes fala com sotaque texano carregado, outras não, mas incorporou muito bem a cara e as manhas de um político racista feladaputa!
Trejo parece um boneco de pano surrado. Não tem expressão nem quando anuncia que eles mexeram com o mexicano errado! =)
Mas ele fez tão bem o papel de feioso fodão que passa.
A coisa mais engraçada do filme é o mulherio caindo de quatro por ele.
Digamos que ele está simpático no filme. Passou o espírito de gente boa e cara honesto, então tá valendo.


As cenas de ação são muito divertidas, e as mortes dos vilões são primorasas, assim como o bungee jumping de tripas na cena do hospital. Aliás, esse é o nome do filme, diversão!
Existem duas cenas que dá pra comentar aqui sobre isso... a primeira é o guarda-costas cagão que não vê a necessidade de morrer pelo patrão e Torrez (Steven Seagal) com seu "ei, punheta!" nas vídeo-conferências com Benz, tá hilário!



A mulherada tá demais no filme!
Michelle Rodriguez tá gostosa como nunca e Jessica Alba apesar da cena fake dela nua tá um pitel. Apesar de eu achar que ela é uma atriz mediana, as cenas dela estão legais no filme, principalmente quando ela luta.


Seagal pegou bem no papel de vilão, mas foi derrotado com facilidade, que é um ponto negativo do filme.






O filme retrata os conflitos entre imigrantes ilegais e a lei de divisa dos EUA, lembrando sempre que tudo aquilo ali já foi um dia pertencente ao México e fala bastante sobre preconceito e racismo. 
O diretor garante que o longa não faz crítica direta às políticas de imigração adotadas pelos EUA, mas acaba chamando atenção para o tema e diz que os "recados" deixados no filme estão abertos a interpretações.

 Jessica Alba, Danny Trejo, Michelle Rodriguez e Robert Rodriguez
no lançamento de 'Machete'. (Foto: Kevin Winter/AFP)

O personagem, uma espécie de super-herói latino, faz parte dos projetos do cineasta desde 95, Rodriguez grande fã dos filmes B e de zumbi, já pensava na história desde 'A balada do pistoleiro'. 

 (Foto: Kevin Winter/AFP)


Por outro lado, Trejo via a necessidade de viver logo o personagem no cinema, pois o culto a Machete era tão grande que certa vez, em Londres, ele autografou as costas de dois caras que tinham uma enorme tattoo com a cara do personagem, maiores que uma Virgem de Guadalupe, segundo ele!
No mesmo dia ele liguou para Robert, dizendo que o filme tinha que ser feito.
O longa tá pra aportar aqui no Brasil em outubro, e é um filme que vale a pena ver com a galera.




Nota:7

Fonte utilizada: G1

25 de set. de 2010

Cigarro e os Quadrinhos


Muito antes do Serra proibir de se fumar em tudo que é lugar, muitas empresas adotaram o levante da bandeira do anti-tabagismo, inclusive nas editoras de quadrinhos! Mas você concorda que tal ideia interfira tanto na vida das pessoas aqui de fora quanto numa simples história em quadrinhos?

Que a fumaça pode incomodar as pessoas que não fumam eu até entendo, mas qual mal ela faria representada num pedaço de papel?
Esse é um debate longo, com seus prós e os contras, opiniões diversas, mas eu te pergunto: isso não seria te tirar a liberdade de expressão e de livre escolha do que ler e/ou fazer?

Tem gente que acha que isso seria um mal exemplo para as crianças que leem quadrinhos, mas também não seria um exemplo de o que não fazer? Dependendo da maneira como você coloca isso na história pode ser até orientador. Eu sempre faço questão de fazer o Val um fumante inveterado, acendendo um cigarro no outro, justamente para mostrar esse lado "junkie" do personagem.
Imagina se essa proibição caísse sobre ele? Todo seu estilo fodão iria água abaixo!
E aí vou substituir pelo quê? Um pirulito? Um palito de dente? Uma batata frita?
Fiquei surpreso quando comecei a perceber que o Wolverine, o Coisa ou até o Nick Fury não eram mais retratados com seus famigerados charutos no canto da boca. Todo o estilão bad-ass desses personagens caiu por terra!

Eu sei que a indústria de cigarros fez questão de fazer um marketing ferrado na década de 40, 50 e 60 de que fumar era muito cool e muita gente cai nessa até hoje (eu me incluo nisso), mas não acredito que nos quadrinhos isso pode ser considerado uma propaganda. E eu vou explicar porquê. Falar que a criança vai ver seu personagem preferido fumando e vai virar um fumante e a mesma coisa que dizer que ela vai sair extirpando um monte de gente na rua usando seis facas de bolo Pullmann como garras. É ridículo!

 Quais HQs esse moleque deve ter lido?

O fato é que o gordão Joe "Queixada", quando assumiu seu cargo de editor chefe na Marvel, proibiu a retratação de personagens fumando, porque ele é contra o cigarro. Ele disse, certa vez em entrevista, que perdeu muita gente de sua família, inclusive o pai, para o câncer provocado pelo tabagismo e enquanto ele fosse o dono do pedaço lá, teriam que seguir as suas regras.
Ele acredita inclusive que, sim, os quadrinhos influenciam nessa escolha dos jovens a experimentar o cigarro, porque as HQs fazem parte da cultura norte-americana.  Eu não sei se essa política anti-fumo da Marvel ajudou ou não em alguma coisa nesses anos em que ela está vigorando, mas se ela está realmente ajudando, que continue assim. Mas que perde um pouco do vínculo com a realidade, isso perde.

De um lado temos personagens como Tony Stark (o Homem de Ferro) e Carol Danvers (Miss Marvel) com problemas relativos ao consumo de álcool, o que no caso do Ferroso, gerou uma baita HQ legal falando da dependência de bebidas álcoolicas. Eu acho que é pra isso que serve certos desvios de conduta ou vícios em personagens, abrir os olhos das pessoas para problemas que realmente acontecem e que podem ser solucionados se a pessoa procurar ajuda.


Outro exemplo de censura imposta pela editora que vi pesquisando em fóruns, foi a de uma HQ do Capitão América feita por Mark Millar, justamente na linha Ultimate, onde, tecnicamente, são permitidas algumas ações mais contundentes, pois não são indicadas para o público infantil, onde é apagada a imagem de um cigarro que estava entre os dedos do Caveira Vermelha.



Mas reparem que a Vodca tá lá. Beber pode, fumar não.
E se a molecada começar a beber, invariavelmente vai acabar fumando também.
 
Já em outra página, mostra o Caveira brincando de Michael Jackson atrapalhado, arremesando um bebê pela janela do prédio!
Cara, que hipocrisia é essa?
Que retardado vai fazer a conexão que fumar e beber é legal porque induz a fazer merda? Isso funciona exatamente ao contrário nesse caso! Mostra que o cara é um desiquilibrado, cheio de vícios e que é um cara do mal!
Tirando o cigarro da cena, a Marvel nos prova o quê? Que fumantes não atiram bebês pela janela!
 
 
A mesma coisa aconteceu com os quadrinhos infantis da Turma da Mônica. Maurício de Sousa, que também perdeu seu pai por causa dos malefícios do cigarro, cortou todas as imagens relativas ao tubinho cancerígeno de suas histórias. Ele até explicou a atitude no site oficial da Turma.
Nesse caso, eu acho até válido, porque se trata de crianças em formação de opinião, mas não sei se também não daria pra usar roteiros inteligentes que façam essas crianças entenderem que fumar é prejudicial. A clássica imagem do ricaço acendendo seu charuto com uma nota de dinheiro foi banida das histórias infantis pra sempre.
Mais um exemplo de trauma pessoal servindo como estopim da decisão para limar o cigarro das páginas das revistas.


A Disney foi o primeiro grande estúdio de Hollywood a proibir representações de fumo em seus filmes, ou seja, o uso do tabaco não aparecerá mais em filmes com a marca Disney e que ainda iria desencorajar o mesmo em filmes distribuídos pela Miramax e a Touchstone. Se isso fosse a 16 anos atrás, por exemplo, veríamos Pulp Fiction sem a presença de um só cigarro na película. Mas a cocaína ainda estaria lá. Legal né? 
Será que a Disney também vai cortar os cigarros da Cruela DeVil?

Não sou a favor do cigarro, mas sim da livre expressão, tanto nas HQs quanto nos filmes, porque certas coisas fazem parte das características de um personagem.
Quem decide o que vai fazer ou não somos nós e se existe pessoas influenciáveis nesse mundo, elas vão ser influenciáveis sobre qualquer coisa!
Eu, por exemplo, comecei a fumar porque meus pais e avós sempre fumaram e não por causa de uma revista em quadrinhos. Parei por opção durante 3 anos e voltei a pouco tempo por pura falta de vergonha na cara! =)


Se você é contra ou a favor não deixe de comentar sobre isso, aí nos comentários.
E se você quer erradicar de uma vez por todas o tabaco da face da Terra, mas na vida real, não deixe de se juntar a Aliança Por um Mundo sem Tabaco promovido pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer) lá na página do Ministério da Saúde.



24 de mai. de 2010

"Por que não temos bons roteiristas de quadrinhos no Brasil?"


Essa pergunta foi feita a alguns dias atrás no blog do André Forastieri e devidamente respondida pelo mesmo. Pelo menos aquilo que ele acha quais são os motivos.
Tenho que concordar com o cara em certos quesitos, mas acho que o buraco é mais embaixo. Tanto que os comentários foram abarrotados de opiniões diversas sobre o caso.

Concordo quando ele diz que o quadrinho brasileiro está repleto de ilustradores talentosos, só que ele declara que temos "um deserto de roteiristas competentes". E ele nem está falando dos criadores de primeiro time. E também não menciona quem são esses criadores de 1° escalão.
Imagino que ele tirou todos os medalhões da parada, os mais famosos, mas não excluiu talvez os vários professores de roteiro de HQ que tem por aí. Se não, como explicar essa opinião? Estão fazendo o serviço mal feito?
Hordas de pessoas fazem esses cursos todo ano, então só me leva a crer que eles não estão aprendendo o feijão com arroz dos roteiros de quadrinhos...

Ele compara os quadrinhos nacionais ao cinema brasileiro, que segundo ele, funciona igual. O roteiro seria só um guia básico para as improvisações do diretor e do elenco, durante as filmagens.
Acho meio injusta essa comparação, tendo em vista que estamos falando de mídias diferentes e já que ele tirou o time dos mais-mais de campo, sobram apenas os "independentes" na parada. E comparar trabalho pago com trabalho muitas vezes nem um pouco remunerado é muito foda!

Mas ele dá algumas explicações sobre os "porquês" de sua opinião e eu transcrevo-as assim como ele postou:

Primeira: nos quadrinhos, o Brasil segue a tradição do cartum, com uma pessoa só assinando texto e arte. Temos uma renca de ótimos cartunistas, chargistas, ilustradores. Nunca tivemos uma verdadeira indústria de HQ brasileira, que exigisse a divisão de funções e o ritmo industrial de produção. Quando tivemos, criamos roteiristas eficientes - seja na Abril dos anos 70 e até 80, seja nos estúdios de Maurício de Souza.

Concordo! E isso seria um sonho! Eu atualmente estou tentando fazer uma HQ a meses e não consigo pelo simples fato de que tenho emprego, faculdade e família pra me preocupar. Mas será que só isso resolveria a situação? Ter um mercado? Lembra o que eu postei aqui sobre isso?
Será que o roteirista brasileiro está preparado pra isso? 

Segunda boa explicação: publicamos poucos quadrinhos brasileiros. Os roteiristas têm poucas chances de exercer sua vocação, enquanto os ilustradores precisam continuar trabalhando sem parar, seja em ilustração comercial, editorial ou onde seja. É como no rock: se você toca pouco, não aprende a fazer show.

Acertou de novo! E não só isso. Se o cara não estuda, ou no caso dos roteiristas, não lêem muito e sobre variados temas, não vai adiantar muito só escrever. Vai sair porcaria.
O que eu vejo é que existem um monte de guris imitando o modelo americano de contar história e não sabem colocar nada de interessante pra agregar no roteiro.
Estamos cansados de ver gurias gostosas sendo atacadas em um beco escuro por assaltantes para que o herói seja apresentado. Isso tá mais do que batido!
Não é a toa que as melhores HQs do momento, pelo menos as mais badaladas, são aqueles em que o cara pega um "Quincas Borbas" pra ilustrar. Autores consagrados da literatura brasileira + boas ilustrações = $$$.
Aí não tem como se preocupar em dar chance pra roteiristas novos. Ninguém vai chegar nesse patamar tão rápido!

Terceira boa explicação: como publicamos poucos quadrinhos brasileiros, temos uma imprensa especializada condescendente. Qualquer trabalho assinado por um brasileiro merece aplausos, no mínimo por ter conseguido existir. Junte isso ao estilo natural do brasileiro, de evitar conflitos a qualquer custo, e estamos bem arrumados.

Também acho que tem muita porcaria no mercado e que tem vários baba-ovos pra aplaudir revistas no mínimo risíveis. Mas aí é que entram outros fatores, que é o da panelinha editorial. Todo mundo é muito amigo nesse meio, e fica chato falar mal da galera que anda contigo, né? Mas aí estamos falando de novo de pessoas que já estão na mídia e que, de um jeito ou de outro, já fazem parte da panela onde se incluem os medalhões!
De quais roteiristas ele deve estar falando?
Esses caras que são aplaudidos condescendentemente pela imprensa "especializada" não são os mesmos que estão sempre juntos dos melhores roteiristas? Será que esse povo não troca informações? Seria bom então um toque dos professores aos seus alunos, não acha?

Forastieri ainda comenta sobre a principal fonte de financiamento do quadrinho nacional nos dias de hoje, que são as leis de incentivo, através de dinheiro público.
O que tem salvo muita gente que quer publicar seu trabalho. Eu me incluo nisso, pois graças a Subversos pude mostrar minhas histórias. Mas sei que nem sempre o resultado é bom.
Existem muitas falhas de roteiro, de ilustração, de editoração, etc.
Mas é um caminho, que o próprio mercado tem oferecido no momento, e tem sido feito com resultado superior a fanzines e muitas vezes até a revistas!

Vejam bem, eu não estou criticando o post que ele fez, nem suas opiniões. De maneira nenhuma!
Só estou expondo meu ponto de vista sobre seu post e nada mais. Quero entender o que ele chama de bons e maus roteiristas.
Acho que esse tipo de coisa que ele está fazendo, abrir uma possibilidade de discussão sobre o assunto em seu blog, é fantástica!

Então sugiro que vocês leiam o post dele na integra, divulguem e debatam se possível!

Quem sabe a gente não acha um meio de melhorar o sistema e os futuros roteiros?

Talvez o mercado não esteja assim tão longe, tendo em vista os lançamentos de Jambocks (publicado pela Zarabatana Books) e Joquempô (pela Devir). Ambas são trabalhos selecionados no edital de incentivo à produção de histórias em quadrinhos, mantida pela área de cultura do governo paulista e prometem se prolongar por mais de duas edições. Jambocks em quatro e Joquempô, mais audaciosa pretende se extender por 11 arcos!
Mas será que elas serão avaliadas como bons roteiros no final?
Ou não passarão de revistas que serão lembradas pelas suas belas ilustrações?

5 de abr. de 2010

Rage Against the Machine

Toda vez que eu ouço RATM fico com saudades dessa época, onde o Rock N´Roll era muito mais divertido e visceral!!!
Hoje bandas "sentimentais" tomaram conta das paradas, o que torna uma missão quase impossível assistir a MTV ou sintonizar qualquer rádio boa.
Culpa dessa molecada que tá tomando água com estrogênio. Sério, isso assusta!

Não "guento" mais ver essa molecada de cabelo zuado na frente!

Precisamos de mais testosterona na veia, galera! Se não o saudoso "mosh" vai virar desculpa pra neguinho tomar dedada no furico!
Ensinem a seus filhos a não ouvir nada que não dê vontade de espancar alguém!
Ou então... Corram pras montanhas! Seremos atacados por uma legião de emos-zumbis!

8 de mar. de 2010

Ler deveria ser proibido!

Uma tira que merece registro.
Depois de ver essa brilhante tira do Laerte, não pude deixar de postar um video que assisti na aula de Ética e Legislação do meu curso de Design Gráfico. O título é o mesmo do post. E abaixo o texto na íntegra.
Saca só!



A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido.

Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Dom Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tomou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.

Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.

Não, não dêem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.

Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verosimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.
O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas lêem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais etc.
Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea.
Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. E esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?

É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metros, ou no silêncio da alcova. Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.
Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos.
Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.
Além disso, a leitura promove a comunicação de dores e alegrias, tantos outros sentimentos. A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias.
Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do outro.

Sim, a leitura devia ser proibida.
Ler pode tornar o homem perigosamente humano.
Por Guiomar de Grammon
In: PRADO, J. & CONDINI, P. (Orgs.). A formação do leitor: pontos de vista. Rio de Janeiro: Argus, 1999. pp. 71-3.

26 de nov. de 2009

Jesus vai voltar!



Essa tira foi produzida com o programa Stripgenerator e ao contrário do que foi afirmado por mim aqui no post sobre tiras, é uma exceção à regra quanto a sua futura permanência na rede ou sua lembrança pelas pessoas.
Isso porque o Rafael Rosa é um cara muito criativo e também sabe desenhar muito bem.
Digamos que ele soube aproveitar a ferramenta.
É lógico que elas ficariam bem melhores se fossem feitas no seu traço, mas mesmo assim, tá valendo!
Justiça sendo feita...



Se quizer ver mais coisas do cara, clique aqui.

2 de set. de 2009

A Marvel agora é da Disney


Segunda-feira, dia 31, foi marcada por uma notícia bombástica que ecoou e que ainda irá repercutir muito, por pelo menos, uns bons 3 meses aí, que foi a compra da Casa de Idéias, a Marvel, pela grandiosa Walt Disney Co..
O acordo foi fechado em troca de pagamento em dinheiro e ações no valor de 4 bilhões de dólares!

Certamente a Disney viu o crescimento galopante da Marvel nos cinemas e não perdeu tempo em comprar. Sim, amiguinhos, o olho grande deles foi por causa das películas da Marvel e não simplesmente pelas revistas, como todo nerd têm acreditado por aí. As comics certamente não serão "a menina dos olhos" dos caras.
É aí que, talvez, more o perigo! E é isso que está gerando tanta repercussão pelos fóruns de quadrinhos e sites de notícias nerds.
"Como ficará o Homem-Aranha?", "vão infantilizar meus heróis?" e "será que o Doutor Estranho enfrentará a Madame Min?" são perguntas frequentes e a verdade é uma só: Ninguém sabe qual é a verdade!

Talvez essa foi a notícia que mais mexeu com os fãs de ambos os lados.

Todo mundo quer saber como ficam seus personagens preferidos e até onde pude acompanhar em quase quatro dias de notícias é que ninguém sabe se finalmente o Super-Pateta e o Super-Pato farão parte dos Vingadores!

Brincadeiras à parte, talvez nada mude e o que realmente aconteceu foi apenas a fusão da maior editora de quadrinhos do mundo e a maior empresa de filmes e animações do mundo que, sem dúvida, se tornará a maior empresa de entretenimento nerd-infantil do mundo! Não há dúvidas que surgirão crossovers engraçadinhos entre Howard Duck e seu "primo" Donald, mas nada que afete muito a cronologia normal desses personagens. Bom, assim esperamos!

Mas como nada pode ser tranquilizante quando o assunto é Marvel, logo pintam as dúvidas se algo muda em relação, principalmente no meu ponto de vista, aos conteúdos adultos das histórias de super-heróis e se a fidelidade da caracterização dos personagens será mantida em futuros projetos cinematográficos.

Agora, pensa aqui comigo... Ultimamente o que está sendo produzido em relação à quadrinhos na Marvel tem sido um tanto desastroso, salvo algumas exceções como Thor e Invasão, e tanto faz que seja Disney ou qualquer outra empresa que esteja englobada a ela, quem está dando as cartas hoje, na mequetrefe linha editorial da empresa é o gordo deitão do Quesada, então que diferença essa negociação realmente faz?

Vão infantilizar meu personagem favorito? O acordo garante que isso só acontece se os executivos assim o quiserem e os criadores, desenhistas e roteiristas terão total liberdade sobre os personagens. Bom, Wolverine já deixou de fumar seu charuto e se embriagar faz tempo e ultimamente nem sangue tem saído quando ele corta alguém, e isso rola bem antes de qualquer acordo.
A boa notícia é que talvez tenhamos aí mais a presença dos Incríveis, uma das melhores animações já feitas! A revista em quadrinhos deles já está em franco crescimento lá nos EUA! Talvez isso ajude!

Mas, e quem disse que a Disney tá assim tão preocupada com quadrinhos?
O ponto é que estão mesmo de olho nos filmes futuros da Marvel.

E a primeira medida qual foi? O reboot do Quarteto Fantástico. A FOX aproveitou toda a repercussão e já contratou produtor e roteirista para o novo filme.
Já está definido que é a Disney que irá opinar no conteúdo dos filmes e os executivos da Marvel deverão prestar contas a eles. Acordo esse, semelhante ao que já acontece com a Pixar.
Outro ponto vantajoso é a tecnologia 3D, considerada a melhor do mundo, utilizada pela Disney em seus filmes e que poderão também ser usadas pela Marvel.
Outras vantagens são, a possível parceria com a Pixar em animações, exibições dos desenhos animados Marvel pelo canal da Disney e parques temáticos e outros itens de consumo sendo já pensados para sair no mercado.

Quer saber a real? Os caras da Marvel devem estar com a cara do Coringa de felicidade.
Vai ser a mesma Marvel só que injetada até o caroço de grana!
Mais um motivo pros fãs comemorarem, pois serão mais produtos produzidos em menos tempo.

Que comece a briga Warner/Dc vs. Disney/Marvel que eu vou é gostar!



Quer saber mais dessa quizumba? Veja uma matéria interessante lá no Omelete!

9 de jul. de 2009

Comentários Nerds: Transformers 2

Essa eu não podia deixar de postar por aqui. Muita gente já deve ter visto, mas nunca é demais divulgar as opiniões nerds de dois nerds engraçados sobre o filme nerd idiota Transformers 2.
Achei muito bom.

E no final é isso mesmo. Não dá pra esperar muita coisa em relação a roteiro num filme de robôs gigantes, é pedir demais mesmo!




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