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15 de set. de 2010

A Verdadeira história de Adão

Foi mais ou menos assim que aconteceu...


19 de ago. de 2010

Então, Darwin se calou...


"Não consigo me convencer de que um Deus caridoso e onipotente teria propositalmente criado vespas parasitas com a intenção expressa de alimentá-las dentro de corpos vivos de lagartas." - Charles Darwin


Quem manja da história desse cara, sabe do que eu estou falando...

30 de dez. de 2005

2006!!!

Galera, esse ano passou voando, aliás, passou dando "vuadora" em todo mundo!!

Não posso dizer que foi "o ano", mas tive algumas boas surpresas.
Uma delas é que não tô negativo no banco!
Fiz uma puta viagem maravilhosa pra Floripa onde pude conhecer 95% da ilha com minha sempre amada namorada. "Togheter 4ever"!!!
Foi o ano do trampo escravo onde ia dormir quase 4 da matina quando o
Jack, um tipo de andorinha, vinha na minha janela avisar que tava na hora...
Passei por vários obstáculos "carrancas" e no final, só alegria.
Minha família tá numa boa, graças a Deus
(sempre ele).
Não plantei uma árvore mas fiz uns trampos com madeira.
Punk mas Relaxante...
Li livros fantásticos, que me ajudaram a entender um pouco mais a vida, como por exemplo "Quando Nietzche chorou".
Fiz desenho, desenho e desenho e fiz o BLOG.
Como a vida não é sempre "flores" me afastei de alguns amigos queridos, que espero vê-los mais ano que vem, mas também me afastei de quem me fazia mal.
Porra! E como esquecer?
Fui no
Ultra-Mega-Blaster-Ducaralho Show do PEARL JAM!!!!
Voltei a ler HQ´s mensais.
Aprendi finalmente à comer com rachi.
Afixionei em filmes, assisti diversos.
Usei moicano, depois raspei a cabeça...
Tudo simples, mas tudo feito com prazer de viver.
Espero que todos tenham essa vontade e que em 2006, todos tenham a chance de terem saúde, amor, respeito e serem prósperos e felizes em pelo menos 90% do dia.


“O que deseja, mas não age, semeia a peste”

Então, feliz ano novo e espero vocês aqui ano que vem...
Abraços!!!!

Vini - Submundo Mamão

“Nunca saberás o que é suficiente se não te permites saber o que é mais que suficiente”

20 de dez. de 2005

O Mongo do Pântano Amarelo

História: Vini e Rodrigo Congão
atualizado e adaptado por:
Vini
Desenhos: Vini



Era uma vez...
Há muito tempo atrás, na cidade de Gladisglot na velha Iuguslávia, vivia um menino muito inocente, calado e mongo, chamado Asdrúbol.
Asdrúbol era pobre, portanto desde pequeno trabalhava.
Passava as tardes de sábado na feira local vendendo brouxeilas.






















Isso lhe rendia uma bela grana! Parecia ser alegre e feliz... mas até que num belo dia de Sol, beirando uns 40 graus, suas brouxeilas verdes e vistosas começaram a enferrujar devido ao calor intenso.
O povo ficou indignado, isso era realmente um absurdo! E com um mandato do primeiro-ministro Glasmiscoviscovsk, o pequeno mongo foi banido de sua terra natal para a cidade de Bago, no Peru.
Puto da vida, furioso, se lamentando, com fome, pois não comia à 20 dias e com frio, porque no Peru faz muito frio... o pequeno andava sem rumo na neve, até que não agüentou e sucumbiu*, ou seja, caiu.
Quase morto e fedendo, foi salvo por um pequeno velhinho corcunda. Calau-aka Lama era um monge budista que se mudou do Tibet para estudar o comportamento e o meio de vida das baratas verde musgo do Tronco Grosso e suas reações terapêuticas no organismo dos Cepófalos, e meditar sobre o ninho dos mosquitos flatulentos da Nova Guiné.
Como se pode perceber era um botânico também...

Mas voltando... o velhinho o salva e o leva até sua cabana a Noroeste... ou será Nordeste de Machu Pichu?!? Sei lá! O menino cresce aprendendo as mais milenares artes hindus sobre como levitar usando um guarda-chuva no traseiro e com os dois dedos enfiados no nariz. O poderoso mantra HAUUMMM entre outras coisas.



Um lindo dia de flores campestres, seu mestre que o tinha salvo há anos atrás, resolve dar um toque em Asdrúbol para que ele siga o caminho. O caminho para ir embora...
Não dá certo, pois o menino fica decepcionado e deprimido. Então o mestre lhe ensina a última lição e o leva para conhecer seu laboratório. Falando em Romanês Arcano, o mestre lhe diz :


- “Asdrúbol, meu pequeno percevejo catarrento, tu já estás num nível ideal de prática e meditação tântrica, tal como sabe todas as leis que regem o universo e a natureza, e sabe fazer uma panqueca como ninguém!!! Está preparado para ver a poção de força mágica alucinógena!”-continuou o mestre - "Capaz de transformar qualquer ser humano em algo muuuuito poderoso".
- "Traçando sua melhor qualidade e amplificando-a".


Asdrúbol que já era calado e há muito tempo não se pronunciava disse:
- “Sóóóó, mesdre* !”.


E com um só gole virou toda fórmula milenar para dentro de seu barrigão, pensando em conseguir todo poder infinito. O mestre Calau-aka ficou apavorado, pois a poção deveria ser ministrada de outra forma e não ingerida pela boca deformada de seu estúpido discípulo. Ficou tão apavorado que pensou em correr, mas percebeu que algo havia dado errado. Talvez seria por causa de uma gastura intestinal, pois Asdrúbol se transformou na mais horrenda criatura mongolóide e sua feiúra era tanta que seu mestre estancou no solo. Acho que sua melhor qualidade era ser um mongo por completo, por isso se transformou nesse monstro do Pântano. Para você ter uma idéia parecia que seu rosto tinha pegado fogo e tentaram apagar com um tamanco de madeira.



A decepção foi tamanha que ele fugiu e foi se refugiar sozinho* num pântano escuro, viscoso. limboso e amarelo. Para se vingar por ter ficado com aquela aparência, apavorava todos os esquilos e codornas que viviam lá por perto. Até que um bando de caçadores de ornitorrinco que procuravam o elo perdido de Madagascar, criaturas aparentemente parecidas com estalactites que fazem Niiii, acharam o rastro do Mongo. E olha que seu rastro não era muito dos mais agradáveis...
Esses caçadores que são do sul de Mapauê... ou será norte? Sei lá! Os caras estavam acostumados com criaturas feias já que eram casados com mulheres de Dercylândia, mas ao avistarem o Mongo do Pântano Amarelo, todos borraram as calças. A diarréia tomou conta de seus corpos, mas depois de uma hora se limpando os bravos (ou loucos) caçadores voltaram à seguir o rastro do Mongo.
Fugindo entre a escuridão das cavernas feitas com os restos dos dreadlocks de Jamaicanos abduzidos por renas pedófilas, o mongo desesperado se esconde na gruta Cicciolina, a mais larga gruta do leste de Lima... ou será oeste?!? Sei lá!

Mas os malvados caçadores acabaram o achando, e então o cercaram e apontaram suas armas para o que imaginavam ser a cabeça da criatura. Em uma desesperada tentativa de reação bucólica, Asdrúbol o pequeno que se transformou no Mongo do Pântano Amarelo se agacha e esboça um gesto... um sentimento... um sinal dos tempos, algo como uma canção antiga, daquelas que só você pode cantar numa varanda olhando o pôr-do-sol e discutindo se é realmente necessário que haja aquelas gordurinhas no meio do salame italiano que você um dia aprendeu a fritar numa panela enferrujada de ferro, talvez por se perguntar se valeu mesmo à pena vender, plantar e cuidar das brouxeilas com tanto cuidado, e perceber que por que raios elas precisam ser tão verdes??

Com todas essas questões passando pela sua cabeça em questão de mililitros de segundos o Mongo abre sua boca e diz com todo sua força pulmonar ; “UUAAAAAAHuuummm!!!”.



The Fin ....................por enquanto.


Isso é apenas uma história verídica, qualquer semelhança terá sido mera ficção.

28 de out. de 2005

VOCÊ SABIA?


  1. Que é impossível lamber o próprio cotovelo? 
  2. Os camarões têm o coração alojado na cabeça? (e dizem que no homem é mais embaixo). 
  3. Um estudo abrangendo cerca 200 mil avestruzes durante mais de 80 anos, não registrou um único caso em que uma avestruz fosse vista enfiando a cabeça na areia. (quem foi o tonto que ficou lá olhando??) 
  4. (Atenção! Serviço de utilidade pública) Se mantiver, à força, os olhos abertos durante um espirro é possível que eles saiam das órbitas? 
  5. O isqueiro foi inventado antes do fósforo. 
  6. 35% das pessoas que utilizam os anúncios em jornais à procura de companhia já são casadas. 
  7. Ao longo da vida cada pessoa engole durante o sono, em média,cerca de 70 insetos e 10 aracnídeos. (E quem precisa de Baygon?) 
  8. 95% das pessoas que lêem este texto tentam lamber o cotovelo...

PODE ACREDITAR....APOSTO QUE VOCÊ TENTOU LAMBER O
COTOVELO, QUE EU SEI... EU TE CONHEÇO... CÊ É TONTO!

26 de out. de 2005

As aventuranças de COTOCO

Cotoco é uma piada velha mas é o mais novo personagem do SUBMUNDO!!
Leiam as primeiras desaventuranças desse pequeno trocinho... Logo apresentaremos seu irmão, João-sem-braço.
Have Fun!!!






As aventuranças de COTOCO


Cotoco era um menino muito, muito feliz apesar de não ter os dois braços e as duas pernas.
Os amigos sempre tentavam levá-lo pra passear e se divertir.
Um dia o pessoal resolveu ir à praia.
- Já sei! Vamos levar o Cotoco - disse alguém. . .
- É isso! Vamos, Cotoco, a gente vai pra praia e vamos te levar com a gente.
- Não, de jeito nenhum! - disse o amigável COTOCO - Vocês não vão se divertir se me levarem...
- O que é isso, Cotoco! A gente reveza e cuida de você.
De tanto insistirem o Cotoco resolveu ir, e chegando lá os amigos o colocaram bem na beirada
da água, no rasinho e lá ele ficou se divertindo. Mas o pessoal se distraiu e ele foi ficando por lá...
De repente a maré começou a subir, subir e enquanto as ondas iam e vinham ele ia afundando,
afundando. Cotoco então começou a se desesperar....
Foi aí que um cara que já tinha tomado todas o avistou de longe e correu para o resgate.
Heróico, o bêbado pegou Cotoco nos braços e começou a nadar vigorosamente.
E o Cotoco pensou: - Ufa! Agora estou salvo. . .
Porém o bêbado estava indo pro lado errado e quando finalmente o "pé de cana" estava com
água na altura do peito lançou Cotoco violentamente para o fundo da água e gritou:
- fff...Vai, tartaruguinha. . . . . vai . . . .pá casa, vai...

As aventuranças de COTOCO II

Depois do quase fatídico e tragíco acontecimento na praia, no qual um banhista bêbado pensou
que ele fosse uma pobre tartaruguinha e o lançou bem longe em alto mar ....
Mas foi então que aconteceu um milagre: Cotoco começou a nadar com as orelhas!
Cotoco virou uma celebridade. Virou nadador profissional. Apareceu no Gugu, deu entrevista
no Ratinho, ganhou destaque no Show do Esporte e foi chamado para ir aos Jogos Para-Olímpicos.
Chegou o grande dia! Uma equipe contratada começa a prepará-lo e outra, especialmente
treinada, joga Cotoco na piscina, mas para espanto geral, o pobre Cotoco fica parado no fundo
da piscina, obviamente sem se debater, e é retirado às pressas para a superfície.
Ainda assustado com o grupo de curiosos que se forma à sua volta, Cotoco vai recuperando o
fôlego. Todos esperam uma explicação para tamanho fracasso até que Cotoco consegue finalmente dizer:
- Quem foi... o filho da puta que me...colocou...essa porra dessa touca?

As aventuranças de COTOCO III

Depois da quase trágica aventura no mar e da sua curta carreira como nadador, o coitado do
pobre cotoco resolveu fazer um programa que "APARENTEMENTE" não o colocaria em perigo.
Eis que ele reuniu seus fiéis amigos e foram em um circo....
Decorria o número do domador de leões, quando o leão escapou da jaula e foi para cima do
público. As pessoas começaram a correr de um lado para o outro, e os amigos do pobre cotoco, é
claro, deram no pé....
Cotoco se debatia nas arquibancadas e se esforçava para sair dali. Alguns, ao verem o pobre
deficiente, gritavam para que alguém o acudisse:
- Olha o aleijado!!! Olha o aleijado!!!
E cotoco debatendo cada vez mais rapidamente pelas arquibancadas.
- Olha o aleijado!!! Olha o aleijado!!!
E cotoco, sem aguentar gritou:
- VÃO TODOS SE FODER, SEUS FILHOS DA PUTA!!! VIADOS!!! DEIXEM O LEÃO ESCOLHER SOZINHO!!!

CASO VERDADE

Aviso: a história abaixo é verídica.

No entanto, por questões de segurança, os envolvidos pediram que suas identidades não fossem reveladas.
Por isso, seus nomes foram trocados no relato.
Orestes e Almeidinha (gostaram?) eram amigos de longa data. Moravam em bairros vizinhos, jogavam no mesmo time de pelada
efalavam as maiores baixarias no choppinho de quarta-feira depois do trabalho.
Sim... Orestes e Almeidinha trabalhavam na mesma empresa. E foi numa daquelas mornas tardes de trabalho que o inesperado aconteceu. Almeidinha estava enrolando na frente do computador.
Já tinha lido dezessete piadas de português quando bateu aquela irresistível vontade de tomar um cafezinho, ir ao bebedouro e, claro, como ele mesmo dizia, "dar aqueeeela mijada".
E lá foi o Almeidinha para o banheiro. Olhou-se rapidamente no espelho, ajeitou a gravata marrom (horrorosa), e quando abriu a porta da segunda cabine
(Almeidinha era fiel ao vaso como um cão. Quase supersticioso. Só ia na segunda cabine) deparou-se com uma cena até então inimaginável em seus piores pesadelos: Orestes, o bom e velho Orestes, morador do Méier, botafoguense (há coisas que realmente só acontecem aos botafoguenses) e pai rancoroso, estava ali, urinando sentado no vaso sanitário.
Almeidinha ficou mais pálido que bunda de padre.

Para ele, mijar sentado era (e é) um verdadeiro atentado contra toda e qualquer convenção de masculinidade.
Era (e é) um tapa na cara da tradição.
Era (e é) o que restava aos homens na luta contra a latente supremacia feminina.
Como é que ele, Almeidinha, "O" Almeidinha, cliente vip do Bar Luiz e chamado pelo nome na Vila Mimosa, poderia, a partir de então, passar a bola para o Orestes na pelada? Para quem ele enviaria aqueles e-mails com arquivos gigantescos de ninfetas nuas em ".pps"? Foi mais que um banho frio.
Foi, quiçá, um apocalipse... o maior desgosto da vida de um Almeidinha que, com um nó na garganta, ainda teve tempo de perguntar:

- Orestes... que p*%$#*orra é essa???
- Hã? O quê? Que é?
- gaguejava Orestes, que num primeiro estágio, ainda tentava disfarçar e fingir normalidade apesar dos olhos arregalados e das bochechas vermelhas.
- Orestes... (silêncio atônito)
- Que é, p*%$#*orra?!? Fecha essa porta, Almeidinha! Não tá vendo que eu tô aqui? - bradou, passando para o estágio 2 de quem é flagrado: o do contra-ataque.
- Fecha o cacete, Orestes! Fecha... o... cacete! Onde já se viu, rapá?! Tu tá mijando sentado, Orestes! Sentado! - gritou!
- Ih é... - voltando para o estágio 1.
- Orestes... sentado! - gritou mais alto.
- Shhhh... ô rapaz... - apontou para a porta do banheiro, pedindo silêncio e assumindo, ainda que parcialmente, sua condição passiva e culposa.
- P*%$#*uta m... - balbuciou Almeidinha, que como quem lamenta (ou reza), fechou os olhos, jogou o polegar e o indicador da mão direita (a que não estava segurando a porta) entre eles, respirou fundo, fez uma breve careta de quem respira fundo no banheiro, e voltou a perguntar:
- Orestes, vamos lá, o que tá acontecendo contigo?
- P*%$#*orra Almeidinha... - quase chorando.
- Não chora não, seu... seu... seu sentado ("xingou")! Conta logo senão eu...
- Tá bem
(interrompeu ousadamente)! É que segunda passada saí com uma loura descomunal. Almeida... nem te conto... 1,80m de mulher. Uma potranca!
- E daí? Ela te fez um "fio-terra" e você curtiu? Foi isso?
- Nããão... tô falando sério... a mulher era um estrondo, rapaz. A loura tinha um peitão, bundinha pra cima, toda se querendo (sic!) e na hora H... eu brochei.
- E daí?
- Daí que na terça quis dar a volta por cima e saí a Rosilene da xerox.
- A Rô?
- É... a Rô!

- P*%$#*orra, Orestes. Você nem conta!
- Pois é... logo com a Rô, moreninha, 19 aninhos, toda neném... na hora H, brochei de novo.
E no desespero, hoje na hora do almoço, recorri a uma profissional do ramo... aquela datatuagem, lembra?

- A do quadrilzinho?
- Essa aí! Brochei de novo.
- Orestes...
(tom solidário) tudo bem, brochar faz parte, pô. Mas mijar sentado? Por que? Pra quê?
- Almeidinha, depois de tudo isso você ainda acha que eu vou dar a mão para este filho da p*%$#*uta?!?!

Orestes
era mesmo um pai rancoroso.

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