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10 de jun. de 2011

No Brasil: Panini anuncia encadernados de “Hellblazer” desde o início da série

 Diretamente do

Posts sobre Quadrinhos, todas as Quartas!

Enfim a Panini tomou a ação mais óbvia e esperada há décadas por fãs: publicar em edições encadernadas toda a saga de John Constantine.

 

8 de ago. de 2009

O Demolidor Amarelo por Grampá

Essa vale o registro.
Sempre curti muito o Demolidor e acho que ele deveria ter mais destaque na Marvel.
Ultimamente o Grampá tem sido um dos meus artistas preferidos. Ele tá mandando muito bem nos desenhos.
Tô louco pra ver o Constantine que ele fez!

27 de mai. de 2009

Batman por Grampá

Em comemoração aos 70 anos do Morcegão, completos agora em Maio, o artista Rafael Grampá, mais conhecido pelo seu recente e premiado trabalho Mesmo Delivery (tô devendo uma resenha dessa revista) fez uma ilustra do personagem e seu side-kick bem bacanuda!
Ele disse que se baseou no Batman do seriado dos anos 60. Sim, aquele colorido e tosco seriado "camp" do barrigudo Adam West, que mais tarde virou o cultuado "Feira da Fruta".
Grampá ainda diz que Batman foi o primeiro super-herói que ele desenhou, por isso tem um certo carinho pelo personagem.
Achei a ilustra fantástica!
O cara manda muito bem e já sou fã do traço dele.

Meu amigo Carlos EJT Vásquez, que tá sempre por aqui comentando, acabou de fazer um blog e postou por lá esse desenho do Grampá, só que transformado em um lindo wallpaper. Se você quizer conferir o trabalho do cara, clique aqui.

Mas em questão de "super-heróis", Grampá não ficou só nisso não. O cara tá fazendo a arte de uma história de Constantine, personagem do selo Vertigo da DC Comics.
Saca só...

O mais bizarro é que, olhando assim esse preview da história, disponibilizada no blog do artista, parece que é uma "versão Vertigo" com porradaria para a história do Val que desenhei e foi lançada no ano passado!!!
Lógico que não estou sendo pretencioso. É só um comentário sobre a semelhança de situação...
Dá uma olhada.
O desenho tá longe de se parecer, he,he...
Tô longe de desenhar foderozamente como o Grampá! Quem dera!
Se você ainda não leu a história aí que eu citei, aproveita então, e clica na imagem pra ler!

1 de dez. de 2008

Assisti: Max Payne

versão Skylab "Matador de passarinho"
Não costumo assistir a filmes no cinema em seu dia de estréia, a não ser que seja algo muuuito legal e que eu goste muuuito também, mas com ingressos de graça na mão e de bobeira no Shopping desde às 15:00 hs., não tem como negar.
Às vezes é bom ser cliente do Visa e do Banco Real...
Fui ver Max Payne... Aquele filme baseado no jogo de mesmo nome. É bom dizer também que o máximo que vi quanto ao jogo foram anúncios, críticas em revistas de game e ter jogado uma fase de uma demo, certa vez.
Esse jogo de tiro em terceira pessoa (desenvolvido pela empresa finlandesa Remedy Entertainment e distribuido pela Rockstar Games - em 2002), conta a história do policial Max Payne, que ao se infiltrar na máfia com o objetivo de investigá-la vê a máfia e a própria polícia se voltar contra ele. Isso o coloca numa vingança sem controle contra os fantasmas da sua vida.

versão do jogo, atirando com objetivo

O jogo toma emprestado efeitos do mundo cinematográfico, entre eles o efeito de câmera lenta ou bullet time que foi muito explorado no filme The Matrix possibilitando que o jogador tenha mais agilidade e precisão no tiro podendo ver as balas se aproximarem lentamente. O jogo apresenta formas de coreografia dos personagens e movimentos de câmera muito semelhantes ao utilizado nos filmes no cinema.
A história do jogo é contada como num film noir, o que pode ser notado na moralidade do próprio Max Payne. Também é marcante no jogo a presença de elementos da mitologia nórdica (a Remedy é finlandesa lembra?) como por exemplo: as Valquírias, Aesir e a noite sob uma terrível tempestade de neve em alusão ao Ragnarok, o fim do mundo ou o destino final dos deuses. No filme, Ragnarok aparece apenas como um bar com esse nome.
Pois é, aí pensaram em passar isso pro cinema. E chamaram Mark Wahlberg para interpretá-lo.

versão "tô caindo, atirando pra cima, pra frente e olhando procê, e daí?"


O resultado? Pois é...
Eu sempre achei os filmes que o Wahlberg faz, no mínimo estranhos. É o caso da trilogia Bourne.
Max Payne é um filme de ação, baseado no jogo. Baseado mesmo. Alguns elementos foram transformados para o filme. Como disse antes, não joguei o jogo, mas pelo enredo do jogo (você consegue saber mais sobre esse enredo no Wikipedia) dá pra notar que houveram grandes mudanças.
Não vou entregar o jogo, digo o filme (he,he), pois alguém aí pode não tê-lo visto ainda...
Nada que comprometa o filme em si, mas acho ainda que "faltou mão" de John Moore na direção nesse filme. O roteiro de Beau Thorne está legal, porém faltou no meu entender, competência na direção e na atuação de Mark Wahlberg. Acabou sendo um filme de cenas rápidas (a luta contra Lupino é um exemplo) e insosso (as trocentas aparições de sua mulher sendo morta e dizendo: "Ainda não!").
Típico filme pra adolescentes que estão acostumados a consumir informações rápidas, ainda mais de algo que já conhecem. Ou seja, tinha público específico mesmo.
No mais o filme me pareceu uma cópia mal feita de Constantine. Ah! E tinha muitos elementos desse filme lá. Mas o que me irritou bastante, foi a utilização de cenas a la James Bond, tipo a cena do batalhão de policiais nos escritórios da Aesir, atirando com metralhadoras em Max com apenas sua pistolinha de 300 tiros e se protegendo atrás de armários e arquivos de ferro; os 5 minutos que ele fica em baixo de água congelada enquanto os vilões se afastam dizendo: "Ah, deixa ele aí" e os tiros que ele dá com uma doze (sem trancos), caindo de costas, enquanto que o atirador que está logo acima, dispara com uma sniper em vidrinhos da droga que estão a uma distância considerável à direita de Max.

O que o filme tem de bom? Sinceramente?



Isso... Olga Kurylenko e só.
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Vai levar nota 5 graças ao enredo e à bundinha da Olga! =)

3 de set. de 2007

Novos Desenhos Animados pela MTV

Depois de Megaliga e Fudêncio, a MTV mais uma vez mistura música com desenho animado em duas novas séries. Produzidas pela Drogaria de Desenhos Animados (departamento de animação da MTV Brasil), Rockstar Ghost e The Jorges vão ao ar a partir de 4 de setembro (amanhã), às 23h30 e terão nove episodios cada uma.
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ROCKSTAR GHOST

Nasi, vocalista do Ira!, será o protagonista de Rockstar Ghost. A série contará a história de um caçador de fantasmas prestes a se aposentar. Funcionário de uma repartição pública especializada em espectros de astros do rock, Nasi mandará de volta para o mundo dos mortos astros como Jim Morrison, Janis Joplin, James Brown.
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Numa mistura de Caça-Fantasmas, Hellboy e Constantine, o vocalista do Ira! encarna um personagem notívago, encrenqueiro e algumas vezes até rabujento. Além de emprestar a voz para seu personagem, Nasi usará seus dotes de cantor para intrepretar Frank Sinatra, Adoniran Barbosa e alguns outros. A participação do músico também se estende a alguns palpites no roteiro, assinado por Pavão, diretor da série. As histórias se passam no centro de São Paulo, combinando a atmosfera sombria e decadente de bairros como a Santa Cecília, com a identidade paulistana que o Nasi e o Ira! expressam em suas músicas.


As 3 gerações de caçadores de espectros: Adoniran Barbosa, Nasi e Cosme.

E o mais importante é que vai ter Ramones nessa bagaça!!!!

fonte: Blog dos animadores de Rockstar Ghost

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