A Ubisoft desenvolvedora dos games da série Assassin’s Creed confirmou no fim de Fevereiro a edição nº 4 do jogo, que se chamará Assassin’s CreedIV: Black Flag.
Mas já?!? Nem bem saiu o 3!!!
Bom, eu esperei sair tudo o que tinha, toda a confirmação do jogo para poder postar algo aqui.
Nada muito detalhado, mas só uma pincelada, porque o jogo é digno de nota e parece que vai ser mais interessante que o terceiro!
O ator norte-americano Wesley Snipes, famoso pelos filmes "Blade", onde interpreta o caçador de vampiros da Marvel e o fantástico "Homens Brancos Não Sabem Enterrar", está preso por sonegação de impostos desde dezembro do ano passado, e em vez de bolar um plano mirabolante para escapar, preferiu pensar em algo mais produtivo (e rentável) e está produzindo um game que combina os gêneros de ação e de estratégia chamado "Julius Styles: The International".
O título tem previsão de lançamento em junho para iPhone e iPad por meio da App Store, para Macs também, por meio da nova Mac App Store.
O game está sendo desenvolvido pela Lapland Studios e surgiu da vontade de Snipes levar seus personagens, dos filmes 'A Arte da Guerra', 'Crime na Casa Branca' e 'Passageiro 57', para o universo dos games. Segundo ele, Julius Styles vai trazer elementos que agradam tanto jogadores de estratégia quanto os de ação, apresentando operações especiais, além de apresentar um mundo divertido, sexy, assustador e bizarro que as pessoas irão gostar de explorar. "Adoro jogos que desafiam meus reflexos e minha inteligência." - afirmou o ator que ainda disse que o jogador tem que ter disposição, tem que ter habilidade para sobreviver na pele de Julius Styles. Uh, style, papito!
Snipes vai amargar uma cana até 2013, e quando ele deixar a prisão, prontamente irá iniciar as filmagens do filme baseado no game. Ele prometendo que nunca mais fará um filme do Blade, pra mim já tá bom...
Não há data ainda de lançamento das versões do jogo para as lojas virtuais do PlayStation 3 ou Xbox 360.
O jogo Splatterhouseda Namco Bandaique combina ação, terror e brutalidade explícita vai retornar este ano para os consoles XBox 360 e PS3. Na trama Rick, esse ser bombado parecido com o Jason de Sexta-Feira 13, é escolhido por uma máscara sobrenatural. Ela o ajuda em sua jornada para salvar a vida de sua amada, poupando-a de ser destroçada e devorada por hordas de demônios e zumbis. .
As imagens que sairam do game são repletas de criaturas horrendas, muito sangue, vísceras e músculos!
Vi numa revista de games, especializada em XBox 360, que o jogo Splatterhouse até que é bom, mas só é para aqueles que curtem uma boa porradaria nos jogos e não se preocupa muito com roteiro. A jogabilidade e os gráficos são bons apesar de algumas mancadinhas em relação a "laggings". O mais legal da história é que o jogo virá com as outras versões antigas do jogo, para que os mais saudosistas possam matar a saudade do pequeno Jason! Ou para aqueles que nunca jogaram possam matar a curiosidade. E nem por isso o jogo custará a mais, é apenas um bônus! .
Essa série foi criada inicialmente para arcade, depois ganhou uma versão para o Nintendo 8 bits, com o subtítulo "Wanpaku Graffiti" e adquiriu um tom mais "gozadinho". Os personagens eram desenhados no estilo "Super Deformed", criando uma atmosfera de paródia.
Já a sequência, propriamente dita do game, saiu diretamente para o Mega Drive. Esta é a famosa versão onde ele podia estourar cabeças de monstros com uma barra de ferro!
Quando a onda Street Fighter 2 estourou, principalmente em sua versão para o Super Nintendo e foi um dos jogos para consoles mais vendidos da história, as outras produtoras foram buscar inspiração no game da Capcom, assim como fez a Sega com Streets of Rage 2. A Namco, claro, não queria ficar de fora e fez o Splaterhouse 3, com 16 megas, gráficos e sons muito bons e o que era macabro, acabou por "piorar" mais ainda (no sentido figurado).
A jogabilidade mudou drasticamente em comparação a versão anterior. O jogo ficou parecido com Final Fight e Streets of Rage.
O personagem coletava orbs ao longo das fases e com os inimigos abatidos e assim, se transformava em "Mutant Rick", uma versão Zangief do herói, com golpes mais poderosos, inclusive um ataque "pilão" assim como o russo fodido de Street Fighter. .
Rick volta agora com essa aparência turbinada e com muita sede de sangue zumbi!
Assisti ontem o filme X-Men Origins: Wolverine com seus "fantásticos" efeitos especiais e sua fantástica (essa sem aspas) falta de roteiro... E minha opinião não mudou em nada! Os mesmos furos que vi na versão que vazou estavam lá. O filme é ruim que dói! Portanto, não vou perder meu tempo com uma resenha, como havia falado aqui. Só vou falar duas coisas: O filme é tão ruim que queimou o leitor do meu DVD! Sério! =/ E a nota só pode ser um zerão! Esse vai pro patamar "Mulher-Gato" de filmes de heróis!
Mas vamos ao que interessa!
Desenho: Bermejo / Cores: Vini
Em compensação, por ter assistido a um filme tão ruim, joguei o novo game do herói canadense! Semanas atrás, fechei o jogo para PS2, fraquinho se comparado a X-Men Origins: Wolverine para X-Box 360! E hoje vou falar sobre o game para o console da Microsoft, que tive a oportunidade de jogar um pouco. O game, tem o sub-título de "Uncaged Edition". Isso significa aquilo que todos estavam esperando quando se fala sobre o baixinho canadense: Muita violência! A abertura é de encher os olhos! E no decorrer do jogo, você acaba lembrando muito de outro grande jogo, God of War.
Sobre o jogo:
O jogo inspirado no filme foi bancado pela Activision, que deixou o projeto a cargo da veterana Raven Software, responsável por bons jogos como "X-Men Legends" e "Marvel Ultimate Alliance". De acordo com vários depoimentos de membros da equipe durante o desenvolvimento, o estúdio se empenhou em criar algo além dos costumeiros caça-níqueis que representam boa parte dos games baseados obras cinematográficas no mercado, mesmo com menos tempo para trabalhar devido à necessidade de conciliar o lançamento do jogo com a estreia do filme nos cinemas.
Parece papo de marketing, mas não parece ter sido da boca para fora. "X-Men Origins: Wolverine" é um jogo acima da média para os padrões deste tipo de produto, com momentos de ação energética e apresentação sofisticada. Não está livre de problemas ou mostra grandes inovações, mas oferece o bastante para deixar os fãs do herói com um sorriso no rosto.
Vingança sangrenta
A história de "X-Men Origins: Wolverine", obviamente, tenta acompanhar a mostrada no filme. Embora, de uma maneira ou de outra, os eventos principais estejam presentes no game, a narrativa não é das mais bem amarradas, dividindo os estágios de maneira brusca. Não há grandes diálogos ou exposições, lançando o jogador nos mais diferentes cenários - como uma floresta na África ou uma instalação militar - sem muitos rodeios. É, naturalmente, um produto que presume que o jogador já assistiu ao filme e não precisa de maiores explicações sobre os acontecimentos.
O que é preciso saber é que Wolverine é o melhor naquilo que faz, mesmo que o que ele faça não seja lá muito bonito. O personagem começa sua jornada em busca de vingança contra seu inimigo Dentes-de-Sabre detonando tudo o que vê pela frente, em um jogo que surpreende pelo grau de violência - bem mais explícita que no filme e em boa parte das outras aparições do sujeito em outras mídias. Aqui ele arranca braços e pernas, corta inimigos ao meio, estoura cabeças em hélices, empala soldados em estacas de madeira e esfola outros com uma naturalidade incrível. É o velho Logan com sua sede de sangue.
Embora existam versões mais "light" (Wii) do jogo, a do PS3 e XBox360 é mais "gore". Talvez essa versão mais pesada seja condenável para alguns em relação a jogadores mais novos, mas a brutalidade de Wolverine faz bem ao jogo. Graças a essa truculência, o jogador tem a sólida sensação de controlar uma pessoa dona de habilidades únicas, como o fator de cura e as garras afiadas, que não tem medo de nada e é capaz de enfrentar exércitos inteiros sozinho, de peito aberto. Sentir todo o poder de destruição do mutante e presenciar os tiros dos inimigos destruírem sua pele e carne, expondo seu esqueleto até que se regenere ali mesmo, não tem preço. É, sem dúvida, o grande triunfo da Raven Software no projeto.
Os combates então se tornam o principal em um esquema que segue à risca a fórmula de "God of War". Chefes que requerem algum tipo de mecânica especial, portas a serem arrebentadas e manivelas a serem montadas ou acionadas. Tudo está presente, incluindo aí a coleta de globos que garantem poderes especiais, upgrades de habilidades e acumulo de pontos de experiência. Além de poder utilizar o instinto animal de Wolverine para escalar muros ou buscar a melhor saída, o jogo conta com muita pancadaria, com direito a combos furiosos e movimentos finalizadores sangrentos.
Produção de ponta
A Activision também não quis economizar. Apesar de alguns tropeços técnicos como uma taxa irregular de quadros de animação em algumas sequências, certas texturas de baixa resolução e alguns modelos menos inspirados, a produção de "X-Men Origins: Wolverine" é de primeira qualidade.
A começar pelo excelente trabalho de modelagem dos personagens principais, bastante detalhados e razoavelmente fiéis apesar da aparência mais bombada de Hugh Jackman. Os detalhes de seu corpo sendo destruído por balas, fogo e pancadas até a exposição do esqueleto de metal são impressionantes, assim como o processo de cura. Cenários de florestas e outros ambientes abertos também trazem uma sensação de grandeza à trama, com folhagens vivas, efeitos climáticos e adereços que compõem cenas com eficácia.
Estou esperando meus novos equipamentos chegarem para começar a jogar Wolverine no PC!