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Mostrando postagens com marcador Jamie Hewlett. Mostrar todas as postagens
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29 de set. de 2010

Escapando da Praia de Plástico


Escape to Plastic Beach é o primeiro vídeo do documentário feito para a banda virtual de trip rock (ou rock alternativo se preferir) Gorillaz.

A banda, que tem influências no britpop, dub e música eletrônica, foi criada em 98 pelo integrante do Blur, o vocalista Damon Albarn em parceria com o master desenhista Jamie Hewlett que já fez muita coisa legal, como Tank Girl, mas que provavelmente será lembrado pra sempre apenas como o desenhista do Gorillaz.
A banda fez um som meia boca lançado nesse ano, conforme eu discuti aqui, mas apesar disso, a banda já tem história. E uma boa história, digna do melhor quadrinho alternativo já feito!
O nível de criatividade envolvido nessa banda é uma coisa única no mundo do rock. Nunca uma banda virtual foi tão longe, e agora pode ser que estejam pipocando sintomas de que ela não vai muito além.

E em parte, esse documentário é auto-explicativo no que eu tô dizendo...





O video que estou postando é introdutório à turnê que o Gorillaz vai começar a fazer e mostra, entre outras coisas, o paradeiro da verdadeira Noodle, a guitarrista japonesinha que foi substituída por uma réplica robô, como pode ser visto no clipe Stylo, que tem a participação de Bruce Willis, o que aconteceu com o baterista Russel que aparentemente tinha deixado a banda, como o vocalista 2D foi capturado para ser levado à mansão na Praia de Plástico e quais são os planos macabros de Murdoc para os integrantes da banda e sua carreira. Na verdade, isso também pode ser visto no clipe "On Melancholy Hill", só que sem o blá blá blá do baixista esquizitão.


E o sintoma de que a banda provavelmente anda mudando do mundo virtual para o real é a substituição que aparece no vídeo, onde as figuras em 2D (e às vezes em 3D) são substituidas por outros músicos, agora reais, que irão tocar na "Escape to Plastic Beach Tour".
Se isso é apenas um chamariz para a banda, um marketing, algum tipo de roteiro para a nova turnê, o que é comum no mundo dessa banda, então tá aprovado! Porque parece que a banda, a original, está atrás desses músicos reais que tomaram seus lugares, para a desforra!



Aí vai um pequeno trecho do documentário, que ficou bem divertido, apesar do cd não ter ficado tão bom assim na minha opinião...


23 de jun. de 2010

Animação: Journey to the West

A BBC Sport fez uma campanha de marketing para os Jogos Olímpicos de 2008 usando uma animação muito interessante baseada no folclore tradicional chinês "Journey to the West" (Viagem para o Ocidente ou traduzindo literalmente Jornada ao Oeste) que foi originalmente escrito como um romance mitológico por Wu Chengen e apareceu por volta de 1570, durante a Dinastia Ming, e conta a estória de Sun Wukong o Rei Macaco. Nela, o personagem é descrito como uma figura com extraordinários poderes, que tem a habilidade de voar montado em nuvens e névoas (ou você acha que Goku fez isso primeiro?) tem imunidade contra fogo, água e qualquer instrumento cortante, pode carregar uma montanha nos ombros, ficar invisível e se transformar em qualquer coisa, seja animal, vegetal ou mineral.
Sun Wukong acompanha e protege a jornada do monge Tang Sanzang para o oeste em busca do Sutra (O Livro Sagrado do Budismo) e contra os monstros e outras criaturas malignas que ele encontra pelo caminho. A estória é muito divertida e cheia de intrigas, perigos e tentações. Para combater todos esses perigos o Rei Macaco vai utilizar seus inúmeros poderes, dignos de um super-homem e demonstrar toda sua bravura, otimismo, perseverança e o espírito de resistência... Transformando assim seus feitos em lendas.


A lenda da Jornada ao Oeste baseia-se na peregrinação do monge Xuan Zang para a  India, em busca de escrituras sagradas do budismo, porém a versão que se tornou mais famosa foi a de Wu Chengen.
A animação e a música foram especialmente produzidos por ninguém menos que Jamie Hewlett e Damon Albarn!

Enhanced by Zemanta

18 de mar. de 2010

MDM-Gorillaz


Homenagem que fiz à galera do MDM, emulando o traço de Jamie Hewlett, o cara que faz os desenhos da banda Gorillaz.
Acho que ficou bem legal! O desenho, que fiz na pressa (em 2 horas) de madrugada, mostra os personagens do blog nerd mais safado da internet!

7 de mar. de 2010

Música: Gorillaz - Plastic Beach


Fazia um tempo que estava curioso para ouvir o novo álbum dos Gorillaz. Exatos cinco anos.
Depois do lançamento de Demon Days em 2005, eu esperava uma melhora para um terceiro álbum. Apesar desse disco ter desbancado o primeiro, nos EUA e UK, com alguns sucessos como "Dirty Harry", "Feel Good Inc.", "El Mañana" e "Dare", ainda acho que ele não foi assim tão melhor quanto o primeiro. Não curto muito música eletrônica, mas curti a proposta da banda, não só pela música, mas pelo visual que eles resolveram adotar.
Já era fã dos desenhos de Jamie Hewlett em Tank Girl e quando a banda apareceu no cenário musical, mostrando apenas sua "fuça" virtual, achei aquilo muito criativo e original!
Enfim, achei que deveria dar uma chance e ouvir o que eles queriam dizer com aquilo tudo! 


Mas vamos voltar pro lançamento do álbum "Plastic Beach". Eu achava que iria encontrar mais coisas parecidas com a tecno-punk "White Light" ou até uma nova "Clint Eastwood", quem sabe...
Apesar da enorme lista de ilustres convidados como Snoop Dogg, De La Soul, Lou Reed e dos "punks" do The Clash, Mick Jones e Paul Simonon, achei o álbum bem ruim.

Plastic Beach” deixou de lado o pop-rock para ser, na maioria das canções do disco, um álbum de electro e hip-hop, só flertando um pouco com o pop eletrônico em "Rhinestone Eyes", com reggaeton em "Sweepstakes" e com a música árabe, sem dúvida, na melhor canção desse disco, chamada “White Flag”.
A música de abertura, "Orchestral Intro" mais parece aquelas musiquinhas de arcade, do tipo Double Dragon, que eu costumava jogar na adolescência. Rachei de rir quando a ouvi.
Outra canção que ficou boa é "Glitter Freeze".
"Pirate Jet" é bonitinha e funciona muito bem com desenho animado. Nasceu pra isso, por assim dizer e deveria ser o próximo clipe da banda.
Assim como "Stylo", que só funciona bem num clipe mesmo. Só pra ouvir, achei que ela ficou chata.

Mas o álbum tem outras músicas tão chatas quanto... e na minha opinião, apesar de saber que futuramente irão babar o ovo em músicas como “Superfast Jellyfish” ou até na faixa-título “Plastic Beach”, o álbum não chegou nem perto do primeiro em termos de criatividade e musicalidade. Tanto que fizeram outra "Dare" para o álbum...
Não gostei. =(


Quando ouvirem a Frankestein "Eletric Shock" vocês entenderão.

Acho que esse disco do Gorillaz não foi feito pra quem curte um som mais pesado com certeza! Em se tratando de Gorillaz, ainda prefiro ouvir as antigas:

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