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14 de fev. de 2011

Filmografia do Capitão América - 1944 até 2011

Capitão América I - 1944 (Televisivo)


Capitão América II - 1979 ( Televisivo)



Capitão América III - 1990 (Cinema)



Capitão América IV - 2011


Pois é, muitos não sabem mas o Capitão Bandeiroso já teve várias versões para o cinema e TV e analisando todos essas tentativas de trazer o personagem para às telas, dá pra perceber algumas diferenças e semelhanças entre eles. Vamos lá, alguém consegue sacar qual a diferença básica entre esses quatro filmes do Capitão América?
Isso mesmo, pequeno padawan! Acertou quem chutou "só um deles realmente respeita o uniforme dos quadrinhos"! E quer saber? Tanto faz, porque o uniforme do Capitão é TOSCO, mesmo!!!!


Parece que dessa vez eles acertaram um pouco, apesar de ainda achar que o ator Chris Evans, o próximo Capitão, parece ter sido enrolado em um edredon azul do exército...


Mas de resto tá legal. Um uniforme que lembra bastante o Capitão de Supremos. Muitos elementos puxados de paraquedistas do exército, bem críveis, então tá valendo! Sem contar que teremos alguns momentos do filme onde ele aparecerá com o antigo escudo triangular e com um uniforme um pouco diferente! Mais puxado para os soldados normais.


Nesse filme de 2011, Steve Rogers (Chris Evans), um frágil e franzino rapaz horrorizado pela invasão Nazista (ou melhor dizendo, da Hídra, já que não aparecem nenhuma suástica nazista) na Europa, resolve se alistar no exército americano. Por conta de seu físico debilitado, ele é recusado, e resolve apelar para o General Chester Phillps (Tommy Lee Jones). Então, o Gereral lhe oferece uma oportunidade para participar de um experimento especial do exército, chamado de “Operação – Renascimento”. Após ser testado por várias semanas, ele recebe uma dose do soro do ‘Super-Soldado’ e atingido por raios Vita. Depois de um rigoroso treinamento físico e tático, Steve se transforma então no herói que carrega as cores de seu país e luta pela liberdade e pelo 'american way of life' contra o tenebroso Caveira Vermelha (Hugo Weaving)!


Bem próximo do filme de 1990, onde o vilão também é o Caveira, dessa vez o americano Steve Rogers (Matt Salinger) se submete, durante a 2ª Guerra Mundial, a uma experiência comandada pela cientista Therese Vaselli (Carla Cassola) que fugiu da Itália, por não aceitar os "métodos" utilizados pela equipe. Steve se torna o super soldado! Nele Vaselli é morta e o segredo de transformar um simples humano num soldado excepcional morre com ela. Ao se defrontar com o Caveira Vermelha (Scott Paulin), um hiper soldado criado pelos nazistas, o Capitão América é preso num foguete, que tem como alvo a Casa Branca. O herói desvia a trajetória, no entanto vai parar no Alasca, onde fica congelado. Ele acorda nos anos 90 e vira um cantor de banda grunge e descobre que o Caveira também está vivo, vivendo sob a fachada de um gângster moderno chamado Tadzio de Santis que quer sequestrar o presidente, tomar seu lugar e se tornar o novo presidente dos Estados Unidos. Pérola!

 Pérola como essa HQ onde mostra uma treta entre um
Capitão Lobisomem contra o Capitão Vampiro.


Já no primeiro filme para televisão do Capitão, de 1944, além dele estar muito parecido com o Agente Americano, pelo preto do uniforme, a história é bem outra.
O super-herói luta contra as forças do mal (na sua maioria bandidinhos armados comuns) e seu arquivilão chamado O Escaravelho. Toda a história do personagem, do soro do super-soldado até sua constante batalha contra os agentes da Alemanha nazista foi rejeitada durante a realização da série, pois isso exigiria uma produção muito cara para a época. Na série, o nome real do Capitão América é Grant Gardner, um advogado respeitado na cidade. Ele luta contra um vilão, também conhecido como Karl Maaldor (O Escaravelho)que costuma envenenar seus inimigos e que utiliza um aparelho secreto capaz de destruir construções com vibrações sonoras.
Algo parecido com Fantasma, Flash Gordon, Buck Rogers, Capitão Marvel ou qualquer coisa perto disso, que costumava passar na época.


Por fim, o tosquíssimo, Capitão América de 1979!
Seguindo a tendência das produções com heróis realizadas para a televisão no finalzinho dos anos 70, tal como O Incrível Hulk, Homem-Aranha e Mulher Maravilha, surgiu o segundo telefilme, também completamente desvirtuado das histórias originais do herói, apresentadas nos quadrinhos. Nesse filme, nosso Sentinela da Liberdade é apenas um ator (e há quem diga que também era desenhista publicitário) que gosta de rodar por aí em seu furgão, até que um dia sofre um atentado e é quase assassinado por espiões à procura de segredos de seu falecido pai.
À beira da morte, ele é salvo milagrosamente por uma misteriosa fórmula chamada FLAG que fora injetada nele, assim ele adquire uma tremenda força e reflexos impressionantes! Uma agência governamental então se manifesta e revela que o ataque dos terroristas aconteceu porque o pai de Steve Rogers (Reb Brown) era nada mais, nada menos que o Capitão AméricaSim, isso mesmo! Confuso? Pois é...
Para ajudá-lo a vingar-se do ataque dos espiões, eles o equipam com uma moto especial com várias armas, reformam seu furgão e lhe dão um escudo indestrutível (e transparente) à prova de balas, que pode ser jogado como uma arma ofensiva. Essa é a versão "motoqueiro acrobata" do Capitas e apesar dele ter usado por várias vezes motos da marca Harley Davidson em suas histórias em quadrinhos, aqui ele usa uma motinho esquisita cheia de parnafenálias, bem ao estilo das coisas fantasiosas que costumavam rolar nos seriados da época.

Essa produção deu origem a um longa metragem, chamado Capitão América II - Death too soon, outra pérola na vida do bandeiroso, que nos brindou com uma arriscada luta contra cães muito loucos para brincar e um terrível ataque explosivo de saco de farinha! Clique no link e confira!

Nesse caso, a única coisa igual e comparável aos quadrinhos, era a chamada inicial da série que continha o logotipo exato das revistas do Capitão América, porque o uniforme era de um ridículo sem tamanho! Principalmente por causa do capacete com asinhas! Fora as luvas e as listras no uniforme.

Uniforme legal mesmo é essa última versão que o Bucky tava usando:

Sou fã desse Capitão e acho que ele deveria continuar nas revistas, mesmo que o antigo já tenha voltado!

Eu torço para que o filme do Capitas seja legal. Pelo menos que caia nas graças de "não leitores de quadrinhos", que é a galera que dá bilheteria e dinheiro pra esses filmes. E tendo sucesso, é bem provável que teremos o filme dos Vingadores, que é o que me interessa ver. Caso contrário...

1 de jun. de 2009

É grátis! Mundo dos Super-Heróis.

O pessoal da revista Mundo dos Super-Heróis, que também está concorrendo ao prêmio HQMix na categoria "Melhor Mídia sobre Quadrinhos", para ajudar os jurados para a votação, abriu todas as edições de 2008 para leitura on-line.
Até o dia 07 de Junho, é possível ler gratuitamente as revistas do n° 8 ao 13, na integra!
Então, aproveite e curta você também as reportagens e imagens dessa revista bacanuda!

Basta clicar nas opções abaixo:

Mundo 8
Janeiro/Fevereiro
http://www.europanet.com.br/revistadigital/viewer/?id_produto=9945008

Mundo 9
Março/Abril
http://www.europanet.com.br/revistadigital/viewer/?id_produto=9945009

Mundo 10
Maio/Junho
http://www.europanet.com.br/revistadigital/viewer/?id_produto=9945010

Mundo 11
Julho/Agosto
http://www.europanet.com.br/revistadigital/viewer/?id_produto=9945011

Mundo 12
Setembro/Outubro
http://www.europanet.com.br/revistadigital/viewer/?id_produto=9945012

Mundo 13
Novembro/Dezembro
http://www.europanet.com.br/revistadigital/viewer/?id_produto=9945013

29 de abr. de 2009

As 70 Melhores da Marvel

A Marvel Comics está comemorando seus 70 anos de existência e está promovendo em seu site, uma votação para eleger as 70 melhores capas das revistas em quadrinhos lançadas pela editora de 1939 até os dias de hoje.

escolha n° 01

Achei a iniciativa bem legal.
Não tive tempo ainda de ver tudo, mas existem capas muito boas e curiosas. Confesso que foi difícil escolher as minhas preferidas.
A parte ruim é essa... Você só pode escolher 5 capas.

escolha n° 02

escolha n° 03

escolha n° 04

Outra coisa que me desagradou foi a interface do programa. Primeiramente, as capas abrem separadas e aleatoriamente, mas você pode escolhê-las por ano, autor, personagens, séries, criador ou artista.
A idéia acaba se tornando um verdadeiro passeio pela história da editora e o curioso é ver que existem várias capas maravilhosas, como essa abaixo da Elektra, belissimamente ilustrada por Greg Horn. Porém em contrapartida, colocaram muita capa tosca para concorrer!

escolha n° 05
Outras apresentam personagens que não apareceram por aqui ou que são pouco conhecidos, como é o caso do nosso amigo Buzz, uma versão do Jaqueta Amarela misturado com o Aranha que foi publicada na revista da filha do Teioso, a Garota-Aranha.

Outra coisa que me chamou a atenção são as capas relativamente parecidas.


Então é isso, passe por lá, faça sua pesquisa nas 70 capas e vote nas suas 5 melhores!

Vocês podem conferir bizarrices do naipe dessa, que emula a capa do Cavaleiro Das Trevas...

...e preciosidades como essa de 1942.

Geralmente esses dois exemplos acima são os mais citados entre a galera que malha os fanzines ou quadrinhos independentes nacionais. É, os grandes também erram, não?

fonte Universo HQ

23 de abr. de 2009

HQ Nacional é mesmo uma piada?

E volta a discussão... quadrinho nacional é mesmo uma piada?!?

Essa semana no site Universo HQ, Marcus Ramone teceu alguns comentários pertinentes acerca do assunto.
Segundo ele afirma: "...nos quadrinhos o amadorismo e o diletantismo são algumas das principais pragas que levam a HQ nacional a um estado de letargia em que vale muito mais um punhado de fãs (ou bajuladores) do que a busca pela melhoria da qualidade dos trabalhos".

Olha, concordo em partes com ele, mas é bom deixar claro que muitos estão suando a camisa pra fazer uma coisa decente. Tanto no que se refere a arte ou roteiros quanto a produção da revista em si. Mesmo sem editoras bancando, tenho visto muita revista sair aí de forma independente e com qualidade superior de capa e miolo. Bem melhor que muita editora "mainstream".
Ainda assim, sinto falta de um bom roteiro na maioria das revistas. Não que não existam bons roteiristas, mas me parece que o Brasil carece de um Neil Gaiman na produção nacional, não?
Não é a toa talvez que houve uma enxurrada de revistas baseadas em obras literárias ultimamente.

No quesito desenho, acho que temos pontos muito positivos ainda e que não deixam a peteca cair.
Falar de , Moon e Grampá hoje, talvez, é "chover no molhado", mas se a gente olhar pra trás, vamos ver Angeli, Laerte, Spacca, Gonzales e tantos outros, provarem que de desenhistas estamos bem obrigado!
Isso sem falar nos "gringos" Marcelo Campos, Cruz, Deodato e o talentoso Ivan Reis!

No texto ele elege os "culpados", faz uma reflexão sobre qual é a contribuição de quadrinhistas, leitores, editoras e sites especializados para sanar esse problema do mercado nacional de HQs.

Acho que o ponto que ele tocou sobre a falta de autocrítica (olha a reforma ortagráfica aê, gente!) dos quadrinhistas está corretíssima e dá pra perceber que muitos fazem as coisas mesmo nas coxas e ainda querem colocar a culpa na falta de apoio para publicação. Sempre que converso com aspirantes à quadrinistas (assim como eu) dou esse toque: "Estudem muito! Estudem mesmo!".
Tem que ler muito e fazer desenho todo dia, nem que seja apenas um rabisco.

Se por um lado o que se vê é muito trabalho ruim, daqueles que nunca encontrarão uma editora disposta a publicar, por outro a internet está aí com suas facilidades de se criar blogs, tiras e "webcomics" pra salvar essa galera. E dependendo da propaganda elas são até bem "baixadas" ou vistas.
Nesse ponto, até defendo o fato de que muita coisa ruim foi feita na época que os quadrinhos começaram a bombar nos EUA também.
Não é a toa que eram baratos e feitos em papel jornal.

Então, não vejo a obrigatoriedade de que por aqui isso tenha que ser diferente.

Mas para que não fique só a impressão de que o texto são apenas críticas, ele cita que no meio disso tudo ainda aparecem trabalhos excelentes, e que somos um país que continua sendo um celeiro de grandes artistas do traço.
Sei que nesse caso todas as críticas são, com certeza, construtivas, mas toda vez que é falado sobre quadrinhos nacionais geralmente é feito um balaio aí que acaba deixando muita galera boa de fora e se inaltecendo o que é ruim. E quando fala da galera boa, tô falando dos profissas. Alguns citados aí em cima.

Ramone ainda fala sobre o leitor, em sua maioria, preconceituosos que não querem ou não conseguem separar o joio do trigo. O famoso "É nacional? Então não presta".
Das editoras de quadrinhos, que estão fazendo a parte delas, ou seja, buscando lucro. O que muito quadrinista não entende, achando que elas são entidades filantrópicas.

Gostei do "acorda" que Ramone dá àqueles que criticam as HQs gringas de super-heróis como se fossem feitas apenas para os descerebrados. Quando adolescente, li muita coisa ali que me fez crescer mais esperto. Tirando o fato de que são ótimos exemplos para se tirar desenhos e treinar o traço.
Hoje, não acompanho tanto essas revistas de heróis quanto antes, por quatro motivos: Preço (levando em consideração o segundo item), muita interligação nas revistas (você é obrigado a comprar várias para entender metade de uma história), os mixes (geralmente são inseridas histórias muito ruins) e o principal... roteiros ruins.
É, não é só aqui que acontece esse "fenômeno".

Ainda leio algumas coisas. Acho que nunca vou parar de ler super-heróis. Mas que sejam em especiais, mini-séries e/ou sejam apenas bem feitos, o que ultimamente está difícil.
Cansei de comprar porcaria!

Sei que me extendi bastante comentando a matéria do UHQ aqui, e expus quase tudo aquilo que foi falado lá, mas se caso você ainda não leu, vale a pena dar uma passada por lá e conferir. (clique aqui para ver a matéria completa)
Também acho que é interessante que aja debates sobre isso, para que surjam soluções e iniciativas e que de uma vez por todas a gente não precise passar vergonha ou preconceito por ser quadrinista nacional!

É isso!

Desenho feito pelo Ronaldo Barata que ilustra a matéria. Muito bom! =)

18 de fev. de 2009

Preparativos para Watchmen

Já está quase estourando aí a data de estréia do filme Watchmen, e pensando nisso é que o Submundo Mamão preparou um pequeno "oriente-se", um preparativo para o filme dirigido por Zack Snyder, baseado nos quadrinhos escritos por Alan Moore.
Novamente repito... se você ainda não leu os quadrinhos, leia antes de ver o filme!
Muita coisa ficará perdida na transposição para a telona, com certeza, como os Contos do Cargueiro Negro e Sob a Máscara que serão lançados depois conforme eu já informei aqui. E talvez outros elementos que só a leitura proporciona.
Pelo o que a gente anda lendo por aí, mudaram algumas coisas relacionadas com o Dr. Manhattan e o monstro alíenigena, que no filme provavelmente não aparecerá.

Fiz essa matéria sobre o filme em Março do ano passado e expliquei alguns pontos importantes praqueles que não haviam ainda lido a HQ, bem como para alguns leitores "velhos de guerra" que simplesmente não sabiam, por exemplo, sobre o que motivou e como foi a criação desses personagens.
Li hoje no blog dos Melhores do Mundo comentários de pessoas que ainda não sabiam da origem da HQ e me surpreendi que ainda eram esses mesmos leitores "da antiga"!
Aliás, vale muito a pena dar uma olhada também nesse post, que ficou muito bom.

E clicando aqui você lê a matéria sobre Watchmen que fiz ano passado.
Divirtam-se!



O que saiu sobre Watchmen no Submundo:
Watcmen´s Comming
Watchmen - O Filme

12 de fev. de 2008

Famosidade




Espetáculo!!!
Pois é, conquistei espaço na mídia da minha cidade, no jornal de maior circulação... daqui é um passo pra Folha de São Paulo e depois o próximo passo é conquistar o mundo!!!!
HAHAUAHAHAUAHAUAHA...cof! aham!
Não, sério... curti a matéria!
Bom que divulgou o material e falou sobre as webcomics!
Quem sabe, aos poucos, não olham mais pra nós quadrinistas independentes e raladores!

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