Continuando a série de celebridades separadas no nascimento, agora é a vez de Bob Dylan e Adam Sandler!
Gosto de poucas músicas do Dylan (acho sua fanhice vocal um saco, mas o som é bom!) e Sandler, apesar de ser um ator próprio pra filmes de comédia (às vezes nem isso), está muito bem no drama "Reign on Me". Filmaço!
Eles não cobram por fotos ao lado dos turistas, mas aceitam gorjetas. Se cobrassem, seriam presos pelos policiais que acompanham seus passos e, às vezes, se disfarçam de turistas para testá-los. São mais de 70 pessoas que ganham a vida em Hollywood Boulevard, Los Angeles, encarnando personagens famosos do cinema e da televisão, em frente ao Teatro Chinês, na chamada “calçada da fama”.
Matt Ogens resolveu contar a vida de quatro deles, Super-Homem, Batman, Hulk e Mulher-Maravilha. O resultado é o curioso documentário “Confissões de Super-heróis”.
Engana-se quem for ao cinema em busca de uma crítica à Hollywood e à indústria que alimenta fama e celebridades. “Confissões de Super-heróis” não alimenta tantas ambições e se contenta em contar quatro histórias bizarras.
Ogens tem carinho por seus personagens e deixa o espectador entender a loucura e a miséria de cada um deles sem forçar muito a mão.
Christopher Lloyd Dennis (aquele da foto que também abre esse post), o Super-Homem, se diz filho da atriz Sandy Dennis (1937-1992), ganhadora do Oscar por “Quem Tem Medo de Virginia Woolf”, mas os parentes da atriz desconfiam que seja mentira.
Maxwell Allen, o Batman, afirma ter matado várias pessoas no passado, mas nem sua esposa acredita.
Jennifer Gerht, a Mulher-Maravilha, foi líder de torcida no colégio, na infância passada numa cidadezinha de 2.500 habitantes, e sonha ser atriz, mas lhe falta o talento básico para a tarefa.
E Joe McQueen, o Hulk negro, viveu quatro anos como sem-teto em Los Angeles, acha que nunca conseguirá um bom papel por causa de seus dentes tortos, mas, graças a seu tipo físico, já conseguiu duas pontas em filmes de ação e terror.
É verdade que Matt Ogens está longe de ser um Eduardo Coutinho, mas há algo de “Edifício Master” em algumas cenas de “Confissões de Super-heróis”, sobretudo aquelas filmadas em ambientes fechados, em que os personagens estão dentro de casa e encaram a câmara para falar das próprias trajetórias. Ao ver o Super-Homem sentado no sofá falando de sua mãe é inevitável lembrar de um incrível personagem de Coutinho – o aposentado que canta “My Way” para o cineasta dentro da sua quitinete em Copacabana. Para quem gosta do gênero, e encara um baixo astral desses numa boa, é um filme que vale a pena.
Essa é a versão dublada em português do documentário The Story of Stuff, de Annie Leonard: O que é História das Coisas?
O video mostra, através de animações, a cadeia do consumo e o quanto isso afeta comunidades em diversos países. Da extração e produção até a venda, do consumo até o descarte.
História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo e revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais. É um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.
Esse pequeno vídeo nos ensina muita coisa, principalmente nos mostra o quão influenciável você possa estar, comprando coisas novas a cada lançamento.
Arrume um tempinho (são apenas 20 minutos) e reflita sobre isso. Esse vídeo pode mudar para sempre a forma como você vê os produtos que consumimos em nossas vidas.
A despeito de ser um vilão ou um herói Doctor Doctor é, antes de mais nada, um profissional da área da saúde e como tal conseguiu estabelecer uma vasta rede de contatos com médicos, psiquitaras e psicólogos. O que será apresentado a seguir é um relatório psicológico realizado pelo Dr. Nicholas Zardo do Asilo Arkham sobre Michal Carter, o herói conhecido publicamente como Gladiador Dourado realizado. O texto foi publicado originalmente no SOC! TUM! POW! e concedido a Doctor Doctor de livre vontade e com o consentimento do Sr. Carter. Segue:
Após passarem toda sua infância entretendo pessoas como você, eles acabaram crescendo e tomando um rumo na vida. E assim como acontece com astros mirins que se disvirtuam na vida ou acabam ficando meios piradinhos, os personagens de desenhos animados seguem seu rumo, na faculdade, sem se preocupar com o passado... e nem com o futuro!
The National é uma banda americana de indie/rock relativamente nova.
Quando um amigo me indicou essa banda, confesso que não levei muita fé, mas como à tempos estava precisando ouvir algo novo, não excitei em ir atrás de algo deles.
Acabei pegando toda a discografia do grupoe apesar de estar ainda assimilando a música, já vi que se trata de uma grande banda. Principalmente se estivermos falando sobre as letras dessas músicas.
O que se convencionou chamar de rock para adultos acabou calhando mesmo com eles.
As letras são especialmente direcionadas pra gente que já passou dos 30 e não aguenta mais ouvir a choradeira do rock atual.
Apesar de serem originalmente de Ohio, eles se mudaram para NY, mas a sonoridade da banda tem muito a ver com o Rock Britânico. Eles soam como Joy Division, e apesar de eu conhecer bem pouco dessa banda, sei que eles influenciaram bandas que tem a mesma sonoridade como Editors, Interpol, Franz Ferdinand, The Killers (que tocam Shadowplay), além de ter feito a cabeça de outros músicos como Trent ReznorThom Yorke (Radiohead) e Billy Corgan (Smashing Pumpkins). (Nine Inch Nails),
Os três primeiros, foram mais discretos e circularam na época apenas para um grupo fechado de admiradores do gênero "indie", e à partir do lançamento de “Alligator”, que foi considerado pela crítica especializada como o álbum do ano, o grupo ficou mais conhecido e começou a receber grandes críticas por parte da imprensa que não se cansou de elogiar o talento de Matt Berninger (vocal) enquanto letrista e frontman da banda.
Ouça essa bela canção chamada Fake Empire e tire suas conclusões!
Fake Empire
Stay out super late tonight picking apples, making pies
put a little something in our lemonade and take it with us
we’re half-awake in a fake empire
we’re half-awake in a fake empire
Tiptoe through our shiny city with our diamond slippers on
Do our gay ballet on ice
bluebirds on our shoulders
we’re half-awake in a fake empire
we’re half-awake in a fake empire
Turn the light out say goodnight
no thinking for a little while
lets not try to figure out everything it wants
It’s hard to keep track of you falling through the sky
Dia desses tava de bobeira, tentando imaginar como seria a minha concepção de uniforme para o Homem Aranha. Todo mundo sabe que o cara já usou um monte de uniformes diferentes. Acho que é o personagem solo que mais trocou de roupa em toda sua vida "quadrinística"!
Achei que seria uma boa maneira de exercitar minha criatividade.
No final, não ficou nada muito Marvel... mas acabou ficando de um jeito que é mais parecido com as coisas que eu faço. Também pudera, fui eu que fiz! Dã!
Tentei imaginar que o cara é um cientista e não um costureiro, portanto ele teria que se virar com algumas coisas no armário e comprar outras pra montar seu uniforme. A primeira coisa que me veio a cabeça foi uma roupa de esqui, que é resistente e térmica (Nova Iorque faz frio!). Uma jaqueta estilizada (a única coisa que ele mandaria fazer), luvas styles preta e vermelha, no pulso os disparadores de teia (pra fora mesmo), os famigerados e famosos bolsinhos comuns dos anos 90 voltariam para que fosse possível carregar os cartuchos de teia, sinalizador aranha e a máquina fotográfica (pois ele não é como o Batman da Feira da Fruta que leva o escudo escondido no c...) e toca e óculos de esqui!
O Homem Aranha original tem alguns elementos em azul, mas nesse não seria necessário. Acho que no final ele acabou ficando com uma aparência mais puxada ao estilo de Kick-Ass. Curti o jeitão que ficou no final.
E você? Conhece algum uniforme "lado B" do Aranha?
Quando estava assistindo ao filme Alice in Wonderland, acabei inevitavelmente lembrando de Matrix quando a garota vai atrás do coelho branco. J.B. Martins deve ter pensado o mesmo e acabou fazendo uma tira muito boa!Com desenhos da portuguesa Carla Rodrigues, ele mostra como seria Neo chegando ao País das Maravilhas!
As tiras, chamadas de Kubrick Garagem, são feitas baseadas em vários filmes e cultura nerd e podem ser vistas no blog Cineblog.
Lá as tiras são todas em português... de Portugal!