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25 de jun. de 2007

A Incrível História de Hélio Fanti

(clique para ampliar)

Ana Patrícia estudava para ser dermatologista e não costumava dar mole pra qualquer paquiderme que encontrava, mas tudo mudou depois que ela conheceu o sensível artista de circo Hélio Fanti...

23 de jun. de 2007

20 de jun. de 2007

Tira Premiada

Essa tira que eu fiz para o site do Homem Grilo, teve presença também no site (que sou fã) Melhores do Mundo. Apesar de imperdoavelmente ter me esquecido do Bugman e do Gralha, (sorry man!) resolvi fazer um teste de conhecimento pros nerds que acompanham tudo isso...
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O lance é o seguinte:
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Quem acertar todos os personagens que estão presentes na tira ganham um desenho "de grátis"!!!(pensou que era um PS3?).
Pode ser qualquer coisa, um super-herói, uma paisagem, um logo, uma carica...
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Vai encarar?
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Boa sorte então...

17 de jun. de 2007

Heróis Decadentes


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Essas ótimas charges que mostram os heróis na 3ª idade, fazem parte de uma série intitulada Heroes-Decadence e foram desenhadas pelo talentoso Donald Soffritti, cartunista de Bologna - Itália.

No blog do cara tem mais, vale a pena conferir!

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16 de jun. de 2007

Symbiont War

Depois de Dinastia M ter dizimado milhões de mutantes, depois de Civil War ter rachado todos os heróis da Marvel, depois de boatos sobre a maioria dos heróis de comportamento duvidoso serem Skrulls, depois de elegerem Quesada como o "Homem do Ano" e o chamarem de gênio, eis que surge ele...



Ouch!

Sim! É VENOM!!!!!!

Marvel desenterra o vampiro Morbius

notícia dada no site Universo HQ por Sérgio Codespoti (14/06/07)
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Depois de tirar da gaveta inúmeros personagens da década de 1970, incluindo Jake Russell, o Lobisomem e Simon Garth, o Zumbi, chegou a vez do vampiro Morbius.

Michael Morbius está de volta na terceira parte de Legion of Monsters, uma minissérie com os personagens de "terror" da "Casa das Idéias". Criado como um vilão em 1971, em Amazing Spider-Man #101, Morbius chegou a ter título próprio e foi presença freqüente na revista Vampire Tales.

Legion of Monsters: Morbius também apresenta uma história de Drácula e Lilith, sua filha.A história de Morbius tem texto de Brendan Cahill com arte de Michael Gaydos, e a de Drácula fica por conta de C.B. Cebulski, com desenhos de David Finch.


Morbius parece um amigo meu chamado Giba =)

A capa será de Greg Land e a edição estará à venda no final de junho.


Aqui tem um exemplo de Morbius desenhado por mim...

13 de jun. de 2007

Work Hardly

Algum tempo atrás, quando eu ainda realizada sessões infindáveis de trabalho escravo, entre projetos arquitetônicos e desenhos artísticos, fiz esse duende workaholic como uma maneira de representar meu esforço em conseguir coisas melhores pra minha vida...através do já citado trabalho escravo.
Eu consegui uma bela dor nas costas e ombros, além de muito stress (aquela coisa que dá em gente rica).
Tenho esse desenho na mesa do meu computador há muito tempo, mas só agora consegui "dar um talento" nele.
Agora ficou profissa que nem parece que sou eu o pai da criança.

Então a moral da história é a seguinte...trabalhe, mas com moderação.

O Incrível Mundo Corporativo de Lavousier

Todos os dias, a formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho.
Era produtiva e feliz.
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O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões! O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial.
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A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada. A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima.
Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: "há muita gente nesta empresa".
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E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.

Moral da história:
Tenho certeza que você está pensando: "já vi esse filme em algum lugar!"

7 de jun. de 2007

Nosferatu

O Conde Orlock
Vocês já devem ter percebido que eu curto desenhar vampiros.

Esse desenho que fiz foi baseado no clássico filme do expressionismo alemão, produzido em 1922 e dirigido por F. W. Murnau, Nosferatu.
Filme esse que foi baseado no romance Drácula, de Bram Stoker de 1897.
Embora com nomes de personagens e lugares alterados, pois os herdeiros do escritor não concederam a Murnau autorização para realizar este filme, ele foi processado por violação de direitos autorais, e a justiça ordenou que se destruissem as cópias do filme Nosferatu, mas um reduzido número de cópias que já haviam sido distribuídas pelo mundo permaneceram guardadas até a morte da viúva de Bram Stroker.

Hoje o filme pertence ao domínio público e teve uma versão atualizada de chamada Nosferatu: Phantom der Nacht.

Pois é, tem muita coisa sobre essas criaturas na literatura e cinema que me fascina, porém tem muita merda também, como por exemplo Drácula 2000 (Argh!Que filme tosco).

Dá pra achar uns vídeos interessantes no You Tube sobre desenhos de vampiro, mas quase sempre interligados com uma música trash-death-ghotic-metal horrível!!!
No Recomendo tem uns links legais pra ver.

Have fun!

27 de mai. de 2007

Shaolin Monk


Mestre Shaolin Kun Lao é um dos personagens que criei para a história do Clã das Taturanas.
Ele é um monge, mestre no Kung Fu Shaolin.

Entenda um pouco sobre o Shaolin Kung Fu e sua história aqui em baixo:

Um pouco sobre o Shaolin


Shaolin é a mais famosa escola de Quanshu (A Arte das Mãos livres).
 
Shaolin Kung-fu é assim chamado em virtude de ter sido criado no Monastério Shaolin nas montanhas Song (Songshan), no município de Dengfeng, na Província de Henan. Ao redor destas montanhas existem muitos lugares de interesse histórico - túmulos antigos, pagodes, placas de pedra com inscrições e templos construídos em diferentes épocas. Dentre as muitas relíquias, o parcialmente preservado Monastério Shaolin é o mais famoso.
 
Tendo origem das Dinastias do Norte e do Sul (420-589) e apogeu nas Dinastias Sui (581-618) e Tang (618-907), sofreu numerosa variações em eras subseqüentes.
Em 495, um monge indiano chamado Batuo veio à China para pregar o Budismo. Como um devoto seguidor da religião, o Imperador Xiao Wen ordenou a construção do monastério para o monge visitante nas montanhas Song. O monastério foi chamado Shaolin por estar localizado numa floresta (Lin, em chinês) sob o lado sombrio da cadeia de montanhas Shaoshi, que compõe um dos lados de Songshan.
O Monastério Shaolin teve uma história turbulenta. Foi seriamente afetado por incêndios em três guerras, sendo o primeiro na Dinastia Sui, o segundo na Dinastia Qing (1644-1911) e o terceiro – o mais catastrófico de todos – em 1928, quando o fogo destruiu templos e valiosos documentos, que relatavam o estudo do desenvolvimento do Shaolin Kung-fu, por mais de 40 dias.
As estruturas arquitetônicas que sobreviveram à destruição incluem a Entrada da Frente, o Salão de Convidados, o Pavilhão Bodhidharma, o Salão do Mento Branco, a Câmara dos Mil Budas e a Floresta das Placas de Pedra. Não evidências conclusivas de quem criou o Shaolin Kung-fu, nem quando foi criado.
 
Algumas pessoas dizem que esta arte foi desenvolvida por Bodhidharma, um monge indiano que veio à China 30 anos depois de Batuo. Outra fonte diz que a prática da arte marcial no Monastério Shaolin iniciou-se artes de Bodhidharma através de dois discípulos de batuo, Hui Guang e Seng Chou. Atualmente, estudiosos e pesquisadores compartilham a idéia de que a origem do Shaolin Kung-fu não deve ser atribuída a uma só pessoa ou a uma simples escola do Monastério Shaolin. Eles sustentam que o Wushu de Shaolin foi criado e desenvolvido pelos monges do monastério ao longo dos anos, com bases em formas populares antigas.
Shaolin Kung-fu serviu, pela primeira vez, para propósitos militares na Dinastia Tang, quando o primeiro imperador, Taizong, pediu auxílio ao Monastério Shaolin para combater Wang Shichong, que queria estabelecer um regime separado em Louyang. Trabalhando em conjunto com as tropas imperiais, os monges-guerreiros Shaolin capturam Wang vivo. Treze deles foram condecorados por serviços prestados, incluindo o Monge Tan Zong que recebeu o título de General. Além disso, o monastério recebeu 400 mu (1 = 1/6 acres) de terra e apoio para o treinamento marcial dos monges. Em seu apogeu, Shaolin possuía um contingente de cinco mil monges – guerreiros e era conhecido como “O Monastério Nº 1 sob o Céu”.
 
Além dos exercícios Shaolin de mãos livres , os monges também praticavam qigong (exercícios respiratórios), montaria e combate com armas. De fato, eles tornaram-se um destacamento especial do Exército Imperial. Na metade da Dinastia Ming (1368-1644), a costa da China sofria freqüentes saques dos Japoneses. Em 1522, o Monge Yue Kong liderou um grupo de elite de 40 monges Shaolin na região do rio Songjiang, na província de Zhejiang, contra os invasores. Usando bastões de ferro como armas, eles combateram com bravura e venceram muitas batalhas antes de patrioticamente perderem suas vidas.Com ligação direta com a corte, os monges-guerreiros shaolin não ficaram isentos de ser utilizados como elementos de repressão. Em 1341, eles atacaram os Turbantes vermelhos, um exército de camponeses rebeldes. A batalha foi retratada no mural da Câmara do Manto Branco.
 
Supõe-se que um monge leve uma vida reclusa, mas os de Shaolin, sendo versados em artes marciais, estavam freqüentemente envolvidos em questões políticas. Mesmo utilizando os monges para seus fins, a classe dominante temia o seu poderio militar. Durante a Dinastia Qing, os monges Shaolin foram proibidos de praticar artes marciais. Em 1723, quando o monastério estava sendo reformado, a planta da construção teve que ser submetida a exame pelo imperador, que decretou que os monges passariam a ser supervisionados por um monge superior apontado pela corte. Por outro lado, como resultado do patronato imperial, o Shaolin Kung-fu cresceu de maneira sólida em termos de prestígio e popularidade. Numerosos peritos em Wushu foram a Shaolin aprender a arte, enquanto auxiliavam a aperfeiçoá-la.
 
Conta-se que, antes de ocupar o trono, o primeiro imperador da Dinastia Song (960-1279) fez um estudo intensivo do Shaolin kung-fu e, baseado em seus padrões básicos, desenvolveu 36 formas de Changquan (Punho longo) que, mais tarde, derivou numa escola com seu nome. Durante as Dinastias Jin e Yuan (1115-1368), um perito em Shaolin Kung-fu chamado Bai Yufeng, baseado na essência do tradicional Wuqinxi (Jogo dos cinco animais), criou seu próprio “Cinco Exercícios de Mãos Livres”, imitando os movimentos do Dragão, Tigre, Leopardo, Serpente e Garça. Seu contemporâneo Velho Li, que era versado em diferentes escolas de Shaolin Kung-fu, trabalhou para disseminá-lo em vastas áreas das Províncias de Henan, Shannxi e Sichuan.
Foi a partir deste momento que o Shaolin Kung-fu saiu dos limites dos círculos budistas e estabeleceu-se como uma escola independente de wushu. Este fato permitiu que inúmeras variações surgissem, o que possibilitou uma crescente influência sobre outras escolas.
Dois afrescos na Câmara do Manto Branco do Monastério Shaolin mostram monges se exercitando.
 
Pintados em 1662, o do muro norte retrata exercícios de combate de Liuhequan e o do muro sul ilustra combates armados, ambos destacando claramente movimentos de braços, pernas, olhos e corpo da Escola Shaolin.
Equilibrando força e graça, ou “rigidez” com “suavidade”, os movimentos de Shaolin Kung-fu são simples e compactos, rápidos e sólidos, e são todos realizados em posturas naturais e flexíveis juntamente com um trabalho de pernas firme e leve. Os socos são como ondas, com os braços que parecem não estar flexionados nem completamente estendidos. Os olhos estão fixados no adversário, lendo suas intenções. Em combate, o mestre de Shaolin Kung-fu tem aparência impetuosa, mas permanece internamente calmo. Longe de ser uma arte de demonstração, Shaolin Kung-fu possui definidos propósitos práticos. Uma vez que foi desenvolvido para o combate a curta distância, pode ser praticado em espaços pequenos
 
Há seis princípios básicos para o Shaolin Kung-fu:
  1. Seja hábil. Os movimentos devem ser variados, não telegrafados e flexíveis.
  2. Seja discreto. Derrote seu oponente utilizando sua própria força, “assim, você poderá derrubar uma pessoa que pesa 100kg, usando uma força que move 0,5kg”.
  3. Seja corajoso. Ataque sem hesitação, toda vez que houver oportunidade.
  4. Seja rápido. O oponente pode ver sua mão, mas não seu soco.
  5. Seja impetuoso. Golpeie os pontos vitais.
  6. Seja prático. Todos os movimentos possuem um fim estratégico.
Concluindo, todas as técnicas devem ser aperfeiçoadas para que se alcance o máximo de eficácia. Naturalmente, isto envolve longos anos de prática, como está evidenciado nas cavidades encontradas no solo de bloco de pedra do Templo dos Mil Budas do Monastério Shaolin. É dito que estas depressões tiveram origem em decorrência dos intensos treinamentos dos monges, ao longo de inúmeras gerações.

A Rã da Sorte

"Decidi matar um dia de serviço na empresa e fui jogar golfe. Quando estava escolhendo o taco para o segundo buraco, notei que havia uma rã perto dele. A rã coaxou:
- "Croc-croc, taco nove".
Achei graça e resolvi provar que a rã estava errada. Peguei o taco sugerido e bati na bola. Qual não foi a minha surpresa ao ver que a bola parou a um palmo do buraco!
Eu exclamei para o batráquio:
- "Uau, fantástico! Será que você é uma rã da sorte?".
A rã respondeu:
- "Croc-croc, rã da sorte".
Resolvi levá-la comigo até o próximo buraco.
- "O que você acha, rã?", perguntei.
- "Croc-croc, madeira três", disse ela. Peguei o taco três e bati. Bum! Direto no buraco! Fiquei espantado, sem fala. No fim do dia, tinha feito a maior pontuação em golfe de toda a minha vida. Aí, perguntei à rã:
- "Legal. E agora?" Ela respondeu:
- "Croc-croc, Las Vegas!". Então, fomos para Las Vegas, e a rã sugeriu um novo jogo de roleta no elegante cassino do Caesar's Palace. Lá chegando, perguntei o que deveria apostar.
- "Croc-croc, 10 mil dólares, preto 21, três vezes seguidas".
Aquela aposta era alucinada , mas não hesitei. Pus todas as minhas fichas. E acertei na cabeça. Ganhei uma fortuna de milhões de dólares. Peguei toda aquela grana e fui para a recepção do hotel, onde exigi a suíte imperial.

Tirei a rã do bolso, coloquei-a sobre os lençóis de cetim e disse:
- "Rãzinha, não sei como lhe pagar tantos favores. Você me fez ganhar tanto dinheiro, que lhe serei grato para sempre".
A rã respondeu:
- "Croc-croc, beije-me. Mas tem que ser na boca".

A princípio, tive nojo, mas depois pensei em tudo o que ela tinha feito por mim e vi que a bichinha merecia qualquer sacrifício. Como o meu beijo demorou vários minutos, ela inacreditavelmente foi se transformando numa linda ninfeta de 16 anos, completamente nua e, sentada sobre mim, foi me empurrando bem devargarzinho para a banheira de espuma.

- "Juro por Deus, meritíssimo: foi assim que esta menina foi parar no meu quarto".

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