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27 de fev. de 2006

Prato de Flores


Nação Zumbi
 
Mais perto da essência...O Sentido respira
Mas nem sempre o ar mais puro se tem
Mais perto da essência...O sentido respira
Consumido no perfume que vem

Eu vou lhe dar um prato de flores
E no seu ventre vou fazer o meu jardim
Que vai florir x2

Quando os espinhos lançarem as dores
Do cheiro forte do jardim que não tem fim
Que não tem fim x2

E o seu umbigo ainda em flor
Vai mexer com o tempo vai matar a dor... de novo
E o seu umbigo ainda em flor
Vai mexer com o tempo vai matar a dor... de novo

E os espinhos são pra quem pensa em enganar a flor
A beleza rédia prosa da dor
E os espinhos são pra quem pensa em enganar a flor
A beleza rédia prosa da dor

E o seu umbigo ainda em flor
Vai mexer com o tempo vai matar a dor de novo
Eu vou lhe dar um prato de flores
E no seu ventre vou fazer o meu jardim

Ele é preto!!!

Foi oficializado pela Sony que esse será um dos uniformes usados pelo Aranha no terceiro filme.




Porém, apesar de causar certo sentimento em relação de como será legal esse filme, muitos não estão curtindo o novo uniforme. Pra quem conhece o original sabe do que estou falando!
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Mais respostas aqui e aqui também.

Adotei a prática Pringles!

Minha vida realmente mudou!
Depois de comprar a n° 50 de X-Men Extra, vi que existe um mundo bem melhor dentro das latonas de Pringles e do Universo DC.
Já migrei pra lá faz tempo!
Hoje leio Super-Homem, Batman, Mulher-Maravilha e agora até a LJA!!!
Você deve tá se perguntando: "E daí?"
Bom, eu era fanático pela Marvel...quem é sabe do que tô falando!

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Comprei a tal revista (X-men n°50) mais pelo baralho mais já me arrependi...a Pringles é mais salgada!

A explicação do retorno do Colossus da morte até achei cabível, afinal roubaram o corpo dele e trocaram por um que foi cremado, daí ele ficou todo esse tempo "sofrendo" experiências e não apareceu do nada como muitos outros heróis que "voltaram" do além-vida.

Quanto a Magneto, puta histórinha mal contada hân?
Excalibur é uma m@#%$ sem fim e novos X-Men tb.
Não tenham esperanças e não esperem o próximo mês pra saber se a revista vai melhorar...ela simplesmente não vai.

A não ser que a Panini veja, antes que seja tarde demais (vide Abril Jovem) que as vendas estão baixas não só por que a Pringles é mais gostosa, mas por que o Mix das revistas Marvel estão bem fraquinhas...Minhas dúvidas não se resumem mais em qual revista vou gastar meu dinheiro (Marvel ou DC) mas se a Pringles que vou comer vai ser de presunto ou Creme de Cebola!

Para entender isso aqui (se vc tem Orkut e curte quadrinhos) linka aqui...
http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=7902245&tid=2449505297293869505&na=2&nst=12

23 de fev. de 2006

Louco e santo

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.

Para isso, só sendo louco.

Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto;
e velhos, para que nunca tenham pressa.

Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.

(Oscar Wilde)

Desejo menos ‘normalidade’ e mais felicidade a todos...

Menos padrão, e mais emoção...

Menos hipocrisia, e mais honestidade.

Menos exclusão, e mais justiça.

Menos preconceito, e mais aceitação.


Menos egoísmo, e mais solidariedade.


Sintam-se mais, Vivam muito
Aceitem-se todo...Conheçam-se em tudo...
Experimentem-se...
E complementem-se.

21 de fev. de 2006

Mais Coisas



"Vamu" atualizá né?!?
Faz tempo que tô pra scannear mais desenhos...
Vou destrinchar então.

16 de jan. de 2006

Piadex



Um chefão da Máfia descobriu que o seu contador havia desviado dez milhões de dólares do caixa.
O contador era surdo.
Por isto foi admitido, pois nada poderia ouvir e conseqüentemente não poderia depor como testemunha de nada.
Quando o chefão foi dar um arrocho nele sobre os US$ 10.000.000, levou junto, claro, a sua advogada, que sabia a linguagem de sinais dos surdos.
O chefão perguntou ao contador: "Onde estão os U$10 milhões que você levou?"
A advogada, usando a linguagem dos sinais perguntou ao contador onde estavam escondidos os 10 milhões, que logo respondeu (em sinais) : "Eu não sei do que vocês estão falando".
A advogada traduziu para o chefão: "Ele disse não saber do que se trata".
O mafioso sacou uma pistola 45 e encostou-a na testa do contador, gritando: "Pergunte a ele de novo..."
A advogada sinalizando para o infeliz: "Ele vai te matar se você não contar onde está o dinheiro" O contador sinalizou em resposta: "OK, vocês venceram... o dinheiro está numa valise marrom de couro, que está enterrada no quintal da casa de meu primo Enzo, no bairro Queens!".
O mafioso perguntou para advogada: "O que ele disse?"
A advogada respondeu: "Ele disse que você não é macho o bastante para puxar o gatilho."


Lula e Palocci enviaram um fax para o Governo do Líbano solicitando uma doação para o programa "Fome Zero".
No dia seguinte receberam a resposta, que dizia: BL. MB. VBB. 6. 2.

Palocci não conseguiu decifrar e foi até Lula que, com seus profundos conhecimentos de lingüística e de gramática, analisou o documento e chegou a mais uma de suas magníficas conclusões:
BL - Beleza
MB - Muito Breve
VBB - Via Banco do Brasil
6. 2 - US$ 6.200.000,00

Verificado se existia o tal depósito no Banco do Brasil, nada foi encontrado.
Ordenou então que procurassem em todos os bancos "BB" (Banco Bradesco,Bank Boston, etc.). Nada!
Foi aí que alguém sugeriu que fosse convocado para decifrar a correspondência alguém de origem árabe, que poderia ter mais familiaridade com o idioma, foi assim que acharam o Salim (não, não é aquele Salim...), um funcionário do terceiro escalão do Planalto.
Salim olhou para o documento:

"BL MB VBB 6 2".

Em menos de 10 segundos decifrou:

"Brezidente Lula, Ministra Balofi, Vai Buta Bariu Seis Dois."

Consulta com o Dentista


O cara estava fazendo um 69 gostoso quando, de repente, lembrou que tinha consulta com o dentista em poucos instantes.

Escovou sôfrega e energicamente os dentes, passou fio dental com todo o rigor, fez bochecho e gargarejo com Cepacol; e chupou um Halls extra forte - tudo para o dentista sequer desconfiar - muito menos descobrir - que há pouco estava chupando uma bucetinha.

Chegou no consultório, sentou na cadeira do Dentista e este falou, de imediato:

"ESTAVAS FAZENDO UM 69, HEIN, MEU GAROTO !!!"

E o chupador disse:

"MAS COMO O SENHOR CONSEGUIU DESCOBRIR O QUE EU ME ESMEREI EM DISFARÇAR?"

E o dentista sentenciou:

"É QUE ESTÁS COM UM FORTÍSSIMO CHEIRO DE CÚ NA TESTA"

15 de jan. de 2006

Logo do Submundo


Tô tentando criar um logo pro Submundo. Na verdade, tô "brincando" com o Flash, aprendendo a desenhar nele. E depois dou uma melhorada no "Photoshop". Tento...
Aliás, desenhar no mouse é muito ruim...
Prefiro o velho e normal "lápis e papel".

(atualizado 2010. Cara, onde eu tava com a cabeça? Isso é uma merda! Ainda bem que eu não segui em frente com isso!)

7 de jan. de 2006

O Mongo do Pântano Amarelo II – A emboscada

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Correndo pelo malcheiroso, úmido e amarelo pântano, um ser enorme, de viscosidade gigantesca, verde e mongo sai gritando desesperado.
Algum tempo atrás, homens mal arrumados e barbudos, armados até os dentes, correm atrás da besta. São caçadores, policiais, membros da K.K.K e SWAT mexicana, mercenários e varredores de rua em greve, todos revoltados perseguindo o pobre coitado.
Isso leva nosso esverdeado herói a tamanho desespero!!
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O que ele não sabe, é que se passar dos limites pré-estabelecidos do pântano amarelo, seu corpo irá novamente se transmutar, apodrecer e cair...aos poucos. O desespero catabólico é tão grande e intransponível que ele mesmo tendo batido a cabeça em uma gigantesca placa que dizia : “Limite pré-estabelecido de divisa de área do Pântano Amarelo, volte sempre”, mesmo assim, ele passa pela linha imaginária divisória, que corresponde a um profundo gramado ralo e esverdeado, cor gelatina de limão, que desemboca num profundo abismo lamacento, pedregoso e farpado.
Sim, farpado. A companhia de divisões de Tifany do Sul, tentou por anos cercar a área e o resultado foram homens e mais homens que rolaram junto com seus arames farpados e estacas pela ribanceira. (por um lado isso até soa bem. Melhor que sejam homens e mais homens. Resultado disso é que as baladas da cidade de Tifany do Sul e Oráio serem as melhores da região. Muitas mulheres do sexo feminino estão disponíveis e free-style).
Nem preciso mencionar o que aconteceu durante a queda do Mongo pela ribanceira. Bem...não preciso? As escoriações eram só as primeiras de muitas em sua vidinha medíocre, muito lodo, enfincadas, rasgos e cortes depois, próximo ao final da queda de 100m, o mongo parecia um bolo fecal cromado.
Ele cai de cabeça – o que lhe salva a vida, diga-se de passagem – perto ao acostamento de uma simples estrada de terra batida, meio abandonada.
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Sim, pequenino leitor, existem estradas assim nos estados confederados também!! Tentando se recuperar da ânsia de gômito por rolar todo o percurso, fixou o olhar semi-estrábico na estrada e de longe avistou um ponto branco e esfumaçado. Lembrou que não era a luz no fim do túnel, por que era meio-dia com sol a pino e ali se tratava de uma estrada e afinal não de um túnel. O tal ponto branco, ao se aproximar um pouco mais, foi se revelando. Era um Dodge 77 vindo a inimaginável velocidade burlesca de 52,5 km/h.
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O Mongo arrastou-se até o meio da estrada e ao avistarem o ser agora-não-tão-verde, pensaram se tratar daquelas novas lombadas transitórias auto-transportáveis que o pessoal da secretaria de trânsito estava testando em estradas de terra abandonadas. Frearam assim que perceberam...que haviam passado por cima de algo que não eram as tais lombadas.
“Lombadas não agonizam tanto” – pensaram.
Os três ocupantes do...hân...automóvel, desceram com a preocupação estampada em seus rostos e foram prestar os mais prestativos cuidados.
Depois que analisaram, pesquisaram, observaram e constataram que nada havia acontecido com o carro, foram até a criatura agonizante e começaram a chutar sua cabeça.
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-“Potaqueuparéu, maluco...quer se matar?” – gritou o primeiro.
-“Caray, e o pior...quer matar nóis junto?” – grunhiu o segundo
-“Aahgh, Ugh, aarrff...” – berrou o terceiro que acabara de conseguir acertar todos os chutes nas partes farpadas do corpo do Mongo.
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Passando o desespero momentâneo os três perceberam que uma chuva de chumbo se dirigia na direção deles. Eram os tiros disparados colina acima pelos caçadores de criaturas do pântano amarelo. Conseguiram arrastar o meio desmaiado mongo até o carro e se perguntaram por que faziam isso.
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-“O cara só pode estar indo na mesma direção que a nossa. Dá uma olhada nele!” – explicou o primeiro.
-“Só! Ele só pode sê Punk quenem nóis! Lá em cima estão os meganha querendo atrasar o truta” – enfatizou o segundo.
-“Aahgh, põe a...ufff...porra desssa, ihh, criatura grotesca logo no...carro, que eu, ERK, to ficando com as mãos todas...Aaah, fudidas!” – agonizou o terceiro que acabara de conseguir segurar por todas as partes farpadas da criatura.
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Em direção de Pocoró do Norte, onde iam anteriormente mesmo, para a apresentação da banda de punk grotesco dos Repliminescentes, os três novos amigos da criatura não haviam ainda notado sua aparência esquisita e não perceberam que se tratava de um Mongo do Pântano Amarelo!!!! E ainda lhe deram uma carona!!!
Longe de seus implacáveis perseguidores o mongo conseguiu relaxar e finalmente descansar, quando de repente, sob o efeito de entorpecentes ilegais, amaconhados nas pequenas cabeças puberdadolentas dos três adolescentes, surgiu uma grande discussão sobre toda forma de baratear a industrialização de papéis de panfletagem com intuito de anarquizar o plebiscito recém-instaurado que tratava do desenvolvimento da pesquisa em camundongos para esflorecer cada partidário da ala oposta de maneira que ele como a si mesmo, instintivamente indorexie precariamente as reservas nulas, inócuas e insíquicas de prostar o mais veemente não em todas as cédulas.
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Como se isso fosse difícil de entender, raciocinar e elaborar uma opinião sobre o assunto, o cérebro do mongo começou a formigar como se um bilhão de mililitros de sangue parasse de pulsar pelo membro encefálico de seu crânio. Suando de frio, fome ou medo e nervoso por não estar mais tão relaxado e tranqüilo, começou a sorver via oral, a massa encefálica neutra do terceiro rapaz.
Mas sua fome não passava...
No final da tarde, seus companheiros o deixaram perto da cidade, no distrito de Ubervaldolândia, estranharam que o terceiro não foi nada amistoso ou apenas um pouco caloroso, que seja, quando lhe desejaram boa estadia e uma vida nutritiva, mas logo isso não lhes importava mais, pois sempre acharam que o terceiro não passava mesmo de um grande mal-educado.
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Cambaleando pelas ruas estreitas de Ubervaldolândia, sem forças, com muita fome e vomitando muito por ter ingerido aquela porcaria tóxica toda, a criatura se arrastou até um beco, e foi consumido por uma dor terrível que lhe invadiu o corpo desconexo e birruguento e então, como só uma minhoca pode explicar, contorceu-se pelo chão. E então, por três longos dias úteis a contar do depósito (isso em Pangarélândia é tempo pacas!!!), ele permaneceu lá parado, estático e imóvel como um dejeto desfalecido.
Seus olhos se abrem lentamente e suas pupilas dilatadas percorrem todos os cantos do globo ocular. Percebendo que aqueles movimentos eram por demais lentos para serem considerados um REM, o Mongo finalmente se levanta e de sua grande e mal cheirosa boca escorre palavras que o próprio tempo havia esquecido, ou fez questão de não lembrar.Palavras místicas e finas como as asas de um lepidóptero.
-“Uããããhgh...” – diz o mongo.
Com esse palavreado arcaico túlico, ele chama a atenção de uns ligeras malucões que ali prostravam suas homenagens ao Rei Tronço do Grande Trono de Porcelana.
Um deles que tem como estilo de vida e palavra de ordem a celebre frase “Chuta que é Macumba” ataca nosso outrora pequenino débil, e lhe acerta um fatídico bicuda na boca do estômago.
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O ligera apenas constata, tarde demais, que aquilo só serviu para lhe mostrar que com coisas tão antigas e encruzilhadas não se brinca nem por brincadeira. O corpo decrépito e sujo é sugado e consumido em segundos pelo Mongo, como quase tudo que ousou barra-lo. O cheiro de fungo e queijo gorgonzola que tomou o ar foi suficiente para adormecer os outros que ali se encontravam. De posse de algumas peças de roupas desses seres de rua, o mongo atravessa a rua até chegar numa mercearia-bar.
Todos se assustam com sua forma bestial e sem demais delongas em se preocupar com boas maneiras cívicas, o Mongo do Pântano Amarelo enfia sua mão nojenta num pote de salsichas em conserva (daquelas que ficam meses boiando no pote) mistura-as ciclicamente e retirando novamente sua mão (agora molhada e pingante) do pote, leva dois dedos a boca e chupa o caldinho. Vendo aquela cena horrível, todos ali presentes sentem uma enorme vontade de voltar pra casa e nunca mais na vida por uma gota de álcool na boca.
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Eis que adentra pela porta de entrada um homem, ele olha fixamente para o mongo, que se vira ao notar sua presença. Os dois se olham por um longo tempo até que um deles...pisca!
-“Ah! Perdi de novo!” – diz o homem – “Toda vez é a mesma coisa! Maldito olho seco! Não posso brincar de quem pisca primeiro que...peraí. Eu te conheço!”
-“Você é o ser bestial que nasceu naquele dia triste e chuvoso de Setembro, certo?” – continuou o afobado homem – “Venha! Você deve estar com fome. Vamos no MécDonnis”.
Então o mongo começou a ficar nervoso novamente, por que ainda estava assimilando o gosto da água de salsicha. Seu cérebro começou a formigar como se um bilhão de mililitros de sangue parasse de pulsar pelo membro encefálico de seu crânio. Suando de frio, fome ou medo e possesso por não estar mais tão relaxado e tranqüilo, o mongo joga sua pesada mão na cara do homenzinho que vai parar do outro lado da mercearia-bar enquanto, como um peido, ele deixa o recinto. Para ser surpreendido por uma voz muito familiar aos berros.
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Pela porta de entrada da mercearia-bar o homenzinho grita:
-“Asdrúbal, Asdrúbal! As-dru-boooool!”.
Então ele balbucia:
-“M-m-m-mm-mesdre?”
-“Asdrúbal, seu lazarento! É você?”
Era aquele pequeno e pacato monge botânico que resolveu fugir em busca da verdadeira maionese.
-“Oh, meu pequeno percevejo!Cê tá ótêmo!!!”
Os dois se abraçam e rodopiam durante 5 incontáveis minutos. Enjoado não só pelo giro mas pelo cheiro de salsicha, o mestre pronuncia:
-“Tenho boas notícias...as brouxeilas voltaram a florescer!!!”
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Notava-se que o esforço para os músculos do rosto de Mongo transformarem-se em um sorriso, eram titânicos, mas enfim ele sorriu! E o mestre Calau-aka Lama continuou:
-“Não é só isso. Descobri uma fórmula, através de um antigo tratado registrado pelo Dr. Irwin Blausk, que a partir do THC do caule da brouxeila mergulhado em água de salsicha em conserva, gera um processo encíclico de maturação que dilata os vasos sanguíneos estuporando pelos poros da pele todas as propriedades anatólitas presentes em 40% do ácido ribonucléico do centro pinoflácido da medula, fazendo com que tudo se inverta, entendeu?”
E o mongo, orgulhoso de não ter entendido nada diz:
-“Só, mesdre!”.
Ambos retornam para Gladisglot, na velha Iuguslávia, onde se localiza a residência-laboratório de Irwin. Preparando-se para beber a poção, o Mongo é surpreendido por saraivadas de chumbo grosso! Eram os caçadores! Todos eles!
Dr. Irwin escapa graças ao aparelho de fótons-conversores de tele transporte iônico via teleférica única (grande invenção para escapar de cobradores!), mas o monge infelizmente não tem a mesma sorte...depois de ter 427 buracos espalhados pelo corpo em conseqüência dos tiros, cai agonizante no piso frio da residência-laboratório. Como se um trilhão de formigas anãs de Northerdale subissem seu corpo, o mongo se transmuta e começa a cuspir placenta pegajosa pelos poros de sua decomposta pele.
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Os caçadores não são mais problema...pelo menos não para o mongo, que ouve seu mestre balbuciando algo em Esperanto Filipino. Desesperado, ele o coloca num casulo metálico fosco que trepida pausadamente e depois começa a tremer, produzir luzes e muito barulho. Tremores e muita fumaça depois, uma ruidosa voz ecoa pelos tubos do casulo.
Era o mestre novamente. Vivo! Só que...diferente?!?
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De alguma forma inexplicável ele virou um pterodátilo citozóico virgem de neander e tal.
Diga-se de passagem, um pterodátilo muito ranzinza! Depois de tomar esporro de seu mestre pela cagada homérica, Asdrúbal, o mongo, pegou o rumo de casa e se conformou em ser um mongo até que a formula de restauração seja novamente refeita.
O problema é que por conta do episódio ocorrido na mercearia-bar, nunca mais foram vendidas salsichas em conserva. O novo karma do monge voador agora, é buscar a salsicha da salvação, que alguns ornitólogos afirmam estar em poder de monges beneditinos da Igreja Tresbesteriana do Sétimo Digito em Mondoscóvia, Escandinávia.
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Enquanto isso não é resolvido, Asdrúbal-Mongo continua vendendo suas brouxeilas verdinhas, nas tardes de sábado, esperando que elas não enferrujem novamente e que o primeiro-ministro Glasmiscoviscovsk não descubra que ainda existe um pterodátilo virgem a solta. Pesquisas confirmam que seu suor é poderoso no combate as estrias extensoras, celulites amórficas e estalagmites púbicas da virilha direita.
Até quando ele ficará livre? Free to fly?
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O End
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(Isso é um relato verdadeiro, qualquer semelhança é mera alucinação.)

As férias do Tio Olavo


Tio Olavo costuma ir a lugares fantásticos pelo mundo e sempre nos traz fotos igualmente fantásticas de suas viajens.
Note que a construção desse museu data da era das cruzadas, onde os mórmons chicateavam o lombo do povoado peruano que migrou pra Islândia em 1320, os balaustres são de pura rocha!
Os ônibus de lá são todos "abrasileirados". O verde e amarelo predomina!
O Outdoor mostra o novo carro Lexus...




















Ele nos disse que lá constumam vender bicicletas sem freios, mas inteligentemente, eles instalam "freadores automáticos" em cada esquina.
Esse Tio Olavo é muito batuta!!!

Criador e criatura


Criador e Criatura - tiras do Belindo no 32° Salão de Humor de Piracicaba.
Tava feliz em (ter conseguido) participar pela primeira vez do salão e estar entre os selecionados.
Esse ano tem mais!!!


Eu e minha mulher e o painel do Ziraldo. Fantástico!


Matinas - meu amigo - participando do programa "Roda Viva"
com políticos perguntando... (Painel do Paulo Caruso)

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