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9 de nov. de 2005

Show do Pearl Jam em SP

Dia 03/12 (é nóis!) pra ver Pearl Jam.
Mais fotos depois...Ueba!

atualizado 28/10/10 - Não deu pra entrar com a máquina fotográfica nesse dia, mas deu pra gravar 3 músicas no celular!

29 de out. de 2005

Primeiros Passos de um Filósofo Bêbado

" O Submundo não é aquilo que "eles" vendem, há diversão e um esquema complicado e subliminar de entretenimento utópico, e o mamão... bom, o mamão...se come com colher, oras"
Nietzche Vanderberger de Farias
 

28 de out. de 2005

VOCÊ SABIA?


  1. Que é impossível lamber o próprio cotovelo? 
  2. Os camarões têm o coração alojado na cabeça? (e dizem que no homem é mais embaixo). 
  3. Um estudo abrangendo cerca 200 mil avestruzes durante mais de 80 anos, não registrou um único caso em que uma avestruz fosse vista enfiando a cabeça na areia. (quem foi o tonto que ficou lá olhando??) 
  4. (Atenção! Serviço de utilidade pública) Se mantiver, à força, os olhos abertos durante um espirro é possível que eles saiam das órbitas? 
  5. O isqueiro foi inventado antes do fósforo. 
  6. 35% das pessoas que utilizam os anúncios em jornais à procura de companhia já são casadas. 
  7. Ao longo da vida cada pessoa engole durante o sono, em média,cerca de 70 insetos e 10 aracnídeos. (E quem precisa de Baygon?) 
  8. 95% das pessoas que lêem este texto tentam lamber o cotovelo...

PODE ACREDITAR....APOSTO QUE VOCÊ TENTOU LAMBER O
COTOVELO, QUE EU SEI... EU TE CONHEÇO... CÊ É TONTO!

26 de out. de 2005

Frase do dia


"Mal por mal, prefiro o de Alzheimer ao de Parkinson.
É melhor esquecer de pagar a cerveja do que
derrubar tudo no chão".

Zeca Pagodinho

As aventuranças de COTOCO

Cotoco é uma piada velha mas é o mais novo personagem do SUBMUNDO!!
Leiam as primeiras desaventuranças desse pequeno trocinho... Logo apresentaremos seu irmão, João-sem-braço.
Have Fun!!!






As aventuranças de COTOCO


Cotoco era um menino muito, muito feliz apesar de não ter os dois braços e as duas pernas.
Os amigos sempre tentavam levá-lo pra passear e se divertir.
Um dia o pessoal resolveu ir à praia.
- Já sei! Vamos levar o Cotoco - disse alguém. . .
- É isso! Vamos, Cotoco, a gente vai pra praia e vamos te levar com a gente.
- Não, de jeito nenhum! - disse o amigável COTOCO - Vocês não vão se divertir se me levarem...
- O que é isso, Cotoco! A gente reveza e cuida de você.
De tanto insistirem o Cotoco resolveu ir, e chegando lá os amigos o colocaram bem na beirada
da água, no rasinho e lá ele ficou se divertindo. Mas o pessoal se distraiu e ele foi ficando por lá...
De repente a maré começou a subir, subir e enquanto as ondas iam e vinham ele ia afundando,
afundando. Cotoco então começou a se desesperar....
Foi aí que um cara que já tinha tomado todas o avistou de longe e correu para o resgate.
Heróico, o bêbado pegou Cotoco nos braços e começou a nadar vigorosamente.
E o Cotoco pensou: - Ufa! Agora estou salvo. . .
Porém o bêbado estava indo pro lado errado e quando finalmente o "pé de cana" estava com
água na altura do peito lançou Cotoco violentamente para o fundo da água e gritou:
- fff...Vai, tartaruguinha. . . . . vai . . . .pá casa, vai...

As aventuranças de COTOCO II

Depois do quase fatídico e tragíco acontecimento na praia, no qual um banhista bêbado pensou
que ele fosse uma pobre tartaruguinha e o lançou bem longe em alto mar ....
Mas foi então que aconteceu um milagre: Cotoco começou a nadar com as orelhas!
Cotoco virou uma celebridade. Virou nadador profissional. Apareceu no Gugu, deu entrevista
no Ratinho, ganhou destaque no Show do Esporte e foi chamado para ir aos Jogos Para-Olímpicos.
Chegou o grande dia! Uma equipe contratada começa a prepará-lo e outra, especialmente
treinada, joga Cotoco na piscina, mas para espanto geral, o pobre Cotoco fica parado no fundo
da piscina, obviamente sem se debater, e é retirado às pressas para a superfície.
Ainda assustado com o grupo de curiosos que se forma à sua volta, Cotoco vai recuperando o
fôlego. Todos esperam uma explicação para tamanho fracasso até que Cotoco consegue finalmente dizer:
- Quem foi... o filho da puta que me...colocou...essa porra dessa touca?

As aventuranças de COTOCO III

Depois da quase trágica aventura no mar e da sua curta carreira como nadador, o coitado do
pobre cotoco resolveu fazer um programa que "APARENTEMENTE" não o colocaria em perigo.
Eis que ele reuniu seus fiéis amigos e foram em um circo....
Decorria o número do domador de leões, quando o leão escapou da jaula e foi para cima do
público. As pessoas começaram a correr de um lado para o outro, e os amigos do pobre cotoco, é
claro, deram no pé....
Cotoco se debatia nas arquibancadas e se esforçava para sair dali. Alguns, ao verem o pobre
deficiente, gritavam para que alguém o acudisse:
- Olha o aleijado!!! Olha o aleijado!!!
E cotoco debatendo cada vez mais rapidamente pelas arquibancadas.
- Olha o aleijado!!! Olha o aleijado!!!
E cotoco, sem aguentar gritou:
- VÃO TODOS SE FODER, SEUS FILHOS DA PUTA!!! VIADOS!!! DEIXEM O LEÃO ESCOLHER SOZINHO!!!

CASO VERDADE

Aviso: a história abaixo é verídica.

No entanto, por questões de segurança, os envolvidos pediram que suas identidades não fossem reveladas.
Por isso, seus nomes foram trocados no relato.
Orestes e Almeidinha (gostaram?) eram amigos de longa data. Moravam em bairros vizinhos, jogavam no mesmo time de pelada
efalavam as maiores baixarias no choppinho de quarta-feira depois do trabalho.
Sim... Orestes e Almeidinha trabalhavam na mesma empresa. E foi numa daquelas mornas tardes de trabalho que o inesperado aconteceu. Almeidinha estava enrolando na frente do computador.
Já tinha lido dezessete piadas de português quando bateu aquela irresistível vontade de tomar um cafezinho, ir ao bebedouro e, claro, como ele mesmo dizia, "dar aqueeeela mijada".
E lá foi o Almeidinha para o banheiro. Olhou-se rapidamente no espelho, ajeitou a gravata marrom (horrorosa), e quando abriu a porta da segunda cabine
(Almeidinha era fiel ao vaso como um cão. Quase supersticioso. Só ia na segunda cabine) deparou-se com uma cena até então inimaginável em seus piores pesadelos: Orestes, o bom e velho Orestes, morador do Méier, botafoguense (há coisas que realmente só acontecem aos botafoguenses) e pai rancoroso, estava ali, urinando sentado no vaso sanitário.
Almeidinha ficou mais pálido que bunda de padre.

Para ele, mijar sentado era (e é) um verdadeiro atentado contra toda e qualquer convenção de masculinidade.
Era (e é) um tapa na cara da tradição.
Era (e é) o que restava aos homens na luta contra a latente supremacia feminina.
Como é que ele, Almeidinha, "O" Almeidinha, cliente vip do Bar Luiz e chamado pelo nome na Vila Mimosa, poderia, a partir de então, passar a bola para o Orestes na pelada? Para quem ele enviaria aqueles e-mails com arquivos gigantescos de ninfetas nuas em ".pps"? Foi mais que um banho frio.
Foi, quiçá, um apocalipse... o maior desgosto da vida de um Almeidinha que, com um nó na garganta, ainda teve tempo de perguntar:

- Orestes... que p*%$#*orra é essa???
- Hã? O quê? Que é?
- gaguejava Orestes, que num primeiro estágio, ainda tentava disfarçar e fingir normalidade apesar dos olhos arregalados e das bochechas vermelhas.
- Orestes... (silêncio atônito)
- Que é, p*%$#*orra?!? Fecha essa porta, Almeidinha! Não tá vendo que eu tô aqui? - bradou, passando para o estágio 2 de quem é flagrado: o do contra-ataque.
- Fecha o cacete, Orestes! Fecha... o... cacete! Onde já se viu, rapá?! Tu tá mijando sentado, Orestes! Sentado! - gritou!
- Ih é... - voltando para o estágio 1.
- Orestes... sentado! - gritou mais alto.
- Shhhh... ô rapaz... - apontou para a porta do banheiro, pedindo silêncio e assumindo, ainda que parcialmente, sua condição passiva e culposa.
- P*%$#*uta m... - balbuciou Almeidinha, que como quem lamenta (ou reza), fechou os olhos, jogou o polegar e o indicador da mão direita (a que não estava segurando a porta) entre eles, respirou fundo, fez uma breve careta de quem respira fundo no banheiro, e voltou a perguntar:
- Orestes, vamos lá, o que tá acontecendo contigo?
- P*%$#*orra Almeidinha... - quase chorando.
- Não chora não, seu... seu... seu sentado ("xingou")! Conta logo senão eu...
- Tá bem
(interrompeu ousadamente)! É que segunda passada saí com uma loura descomunal. Almeida... nem te conto... 1,80m de mulher. Uma potranca!
- E daí? Ela te fez um "fio-terra" e você curtiu? Foi isso?
- Nããão... tô falando sério... a mulher era um estrondo, rapaz. A loura tinha um peitão, bundinha pra cima, toda se querendo (sic!) e na hora H... eu brochei.
- E daí?
- Daí que na terça quis dar a volta por cima e saí a Rosilene da xerox.
- A Rô?
- É... a Rô!

- P*%$#*orra, Orestes. Você nem conta!
- Pois é... logo com a Rô, moreninha, 19 aninhos, toda neném... na hora H, brochei de novo.
E no desespero, hoje na hora do almoço, recorri a uma profissional do ramo... aquela datatuagem, lembra?

- A do quadrilzinho?
- Essa aí! Brochei de novo.
- Orestes...
(tom solidário) tudo bem, brochar faz parte, pô. Mas mijar sentado? Por que? Pra quê?
- Almeidinha, depois de tudo isso você ainda acha que eu vou dar a mão para este filho da p*%$#*uta?!?!

Orestes
era mesmo um pai rancoroso.

Ele votou sim, mas é meu amigo!

Olá a todos!

Alguns de vcs não me conhecem, portanto direi quem sou.
Meu nome é Rodrigo Busnardo. Sou músico profissional e jornalista de formação acadêmica.
Adoro fotografar e praticar artes digitais. Tenho 33 anos e moro em Campinas-SP.
Já fui assaltado por 3 vezes; fiz Exército (28º BIB), fui atirador reconhecido pela "destreza"; nunca matei um passarinho sequer, mas já tive vontade de executar um marginal que entrou em minha casa para assaltar, bateu em minha mãe e quando foi encontrado pela polícia, disse que não sabia do que se tratava.
Sou da paz e não possuo filiação partidária.
Sei muito bem que é um saco ficar lendo opiniões sobre assuntos tão "indesejáveis", pois então já peço mil perdões.

Com relação ao referendo, partamos para princípios questionáveis.
A democracia é algo social no qual temos de nos acostumar, pois é assim mesmo.
Antes votar publicamente, do que impor regras através de medidas provisórias, diga-se, deploráveis (o que vinha acontecendo nos governos anteriores).
O problema não é o PT ou o Lula, nem Nietzsche e nem seu Super-homem.
O problema somos nós.

Não temos o costume da decisão pública por essa "via"... apenas em épocas de eleições. Além do mais, sempre achamos que o prefeito, o governador, o papa, o presidente, o Robinho ou o "homem da Net" irá resolver tudo.
Não é assim, hein?
Ah! Se pudéssemos ter referendos para decidir sobre a proibição da comercialização do cigarro e de bebidas alcoólicas, da legalização do aborto, da maconha, dos transgênicos ou do casamento homossexual, por exemplo!!!!
Quero retificar algo escrito no texto a mim enviado (texto elaborado por um jurista). O valor de uma arma gira em torno de R$ 2 mil e R$ 4 mil. Um projétil (ou bala, no crasso) custa mais ou menos uns R$ 2.
A base, no meu entendimento, é a seguinte: a paz se faz sem armas. É a velha história da pregação da violência. "Depois que inventaram a pólvora...". A liberdade de comprar uma arma de fogo é um bem adquirido sim, pela democracia.
O problema é que não se consegue a paz praticando a guerra. Muitos e-mails chegam falando sobre países que possuem altíssimos níveis de armamentos na sociedade civil.... o quê? EUA? Turquia? Rússia? São países de procedência moral completamente dúbia. São açogueiros de carne humana.... e sempre assim o fizeram há séculos.

O problema nunca é a raiva do morcego, e sim sua baba.

O Canadá possui armas nas mãos de civis porque há um território repleto de animais perigosos (ursos, lobos, etc).Uma arma mata ou aleija. Ela não serve pra curar alguém ou pra acrescentar algo.Há pelo menos dois jeitos de se evitar contatos com marginais, estupradores ou animais ferozes: o spray de pimenta e o eletrochoque.
O spray custa R$ 50 e a maquininha de choque custa R$ 100. São eficazes e não letais.
Eu, pelo menos, não pretendo sair de noite, ser assaltado e, pelas costas, matar o bandido.
Eu não nasci no Velho Oeste e não vivo nos tempos da Força Jedi. Vivo em um mundo violento sim, mas não faço parte da violência, pelo menos de forma ativa.
Tinha amigos que, bêbados, utilizavam suas Taurus para alvejar placas de trânsito e radares. E do outro lado das placas? O que havia? Pessoas em prédios?
Segundo a lei da física, uma bala, cedo ou tarde, independente da trajetória, deve atingir o chão, se não parar em nada sólido no caminho.O cidadão comum não é preparado para matar, mesmo que seja para se defender de um bandido. Na educação básica do mundo acidental não se ensina técnicas de autodefesa ou imobilização, muito menos procedimentos hostis no convívio social.Não sou contra a comercialização de armas, sou contra o uso de armas de fogo, sobretudo contra o dedo que a faz disparar em prol da morte de alguém.
Eu vou votar pela democracia (porque é importante exercitar o poder do voto, e sem anulações), pela paz incondicional, mesmo que tenha de enfrentar uma guerra, com apenas flores em minhas mãos, amores em minha alma transparente e consciência transparente em minha mente pacificadora.
Para mim, a paz é a maior arma contra as pessoas violentas.
Então eu não uso armas e não pretendo ver lojas e camelôs vendendo revólveres e munições para pessoas comuns.
As indústrias brasileiras devem continuar com a feitura de armas de fogo, mas para o universo militar (polícias e exército).


Texto escrito pelo meu amigo Rodrigo Busnardo, jornalista e escreve muitíssimo bem.

Beto Esponja Calça Rasgada

Olha só a figura!

20 de out. de 2005

Artistas da vida

"Deus sabe que somos artistas da vida.

Um dia nos dá um martelo para
esculturas, outro dia pincéis e tinta para pintar
um quadro, ou papel e caneta para
escrever.

Mas jamais conseguirei usar martelos em
telas, ou pincel em esculturas."


17 de out. de 2005

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